É sempre bom virar o ano refletindo a vida. E pra fechar 2014, deixo pra vocês, logo abaixo, uma leve viagem minha do que ficou de aprendizado nos rolês deste ano, e mais sete citações de célebres pensadores, sendo duas do mestre Dalai Lama, que esse vale a pena ouvir mais de uma vez. Feliz ano novo!

A melhor forma de encontrar caminhos mais simples é parar de insistir tanto em vias tão complicadas. Parece óbvio, até o momento em que você percebe que se acomodou. Se for o caso, relute. E não olhe para trás, nem mesmo adiante. Olhe para os lados, que você terá a oportunidade de avistar a direção mais fácil, um jeito novo de olhar seus destinos, sem se perder. (LUCIANO PORTELA).

"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver", (DALAI LAMA).

"O relógio está correndo. Aproveite ao máximo o hoje. O tempo não espera por ninguém. Ontem é história. O amanhã é um mistério. E o hoje é uma dádiva; e é por isso que o chamamos de presente", (ALICE MORSE EARLE, escritora norte-americana, 1851-1911).

"A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando"
,
(MARIO QUINTANA, A cor do invisível).

"Devemos usar o tempo com discernimento, para sempre estar atento de que o tempo é sempre oportuno para fazer o justo", (NELSON MANDELA).

"Evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto a exposição total aos riscos. A vida é uma aventura ousada ou, então, não é nada", (HELEN KELLER, escritora norte-americana 1880-1968).

"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido", (DALAI LAMA).

Ainda não deu pra completar o mapa de todos os lugares pra ir em Florianópolis (SC), nem tirar foto de tudo, já que às vezes a gente dá o azar de um dia de chuva, mas preparei uma lista aqui que dez lugares pra ir sem decepção, pegar alguma atividade bacana pra passar o tempo e capturar aquele registro de um ângulo legal.


PONTE HERCÍLIO LUZ: já me falaram que "passar por Floripa e não tirar foto da ponte, é como ir ao Rio e não ver o Cristo Redentor". E se você não tem frescura pra "programa de turista", dá uma passada por lá, que o lado esquerdo da ponte tem ângulo bem bonito, com umas árvores e tal, e se você pegar um céu azul como na foto aí, vai perceber que vale mesmo a pena. Se estiver chegando pela Rodoviária, no Centro de Floripa, deixa a bagagem em um guarda-volumes, e passa na ponte, que fica bem perto.




BEIRA-MAR: perto da ponte, a Avenida Beira Mar Norte é pra quem tá procurando um programa mais light pro dia de domingo, algo mais família, aquela coisa de caminhada à toa, e depois passar pra matar a fome em alguma rede fast food ou na praça de alimentação do Beiramar Shopping, ou tomar um sorvete ou lanchar em uma barraquinha (não sei se rola food truck sempre). Mas também se quiser fazer algo diferente, procura o posto que aluga bicicleta, ou o passeio de barco que sai do trapiche, ou descola um skate, patins, que também é um lugar legar pra dar um rolê. Na água, não dá pra tomar banho (é poluída), mas o reflexo que forma na Baía Norte é show, e de quebra ainda tem a vista para a Serra do Tabuleiro, região de morros que fica do outro lado das águas.



JURERÊ: é o lugar mais bombado no verão, com as baladas mais VIPs de Floripa. E por essa fama, é o primeiro lugar que muita gente já chega procurando, mas não crie tanta expectativa, pois é longe e é muito mais bacana pela vibe de relaxar do que pelo visual, e isso na baixa temporada, por que de dezembro a fevereiro é bem muvuca. Não é que a praia não seja bonita, é linda, mas tem outros lugares mais bonitos pra se ver. E como falei da distância, tem que ficar ligado que, caso você não se hospede no norte da ilha, pra chegar até lá vai uma grana, de táxi, ou tempo, com muitas esperas e voltas com o busão (os horários são ruins e não tem app pra ver). Então a dica é procurar algum hostel na Lagoa da Conceição ou no Centro que faça o passeio até lá, partir pelo tour do ônibus panorâmico (o Floripa by Bus) ou juntar uma galera pra alugar um carro e dar o rolê até lá.




SANTINHO: perto de Jurerê, Santinho é outra praia que precisa de algum transporte que não seja o coletivo pra chegar. Também bastante tranquilona, a área tem mais o movimento da galera que se hospeda no resort que cerca a praia, e a graça tá mais em ir até o costão no lado direito, o chamado canto sul, ou pra tirar fotos das rochas e ficar de bobeira ver o mar quebrar, ou pra fazer a trilha, que não é tão desgastante (pra quem não tá habituado ou não tem dispô pra trilhas). Conhecida como Trilha Morro das Aranhas, o passeio vai até a praia de Moçambique.



SANTO ANTÔNIO DE LISBOA: região histórica de Floripa, uma das mais charmosas da cidade, por preservar a arquitetura açoriana, dos tempos que a ilha viveu como colônia portuguesa. Lembra um pouco Ouro Preto ou Paraty, pelo calçamento de pedra, e pelas boas opções de lugares pra comer e beber com estilo. Pra indicar, vá na feirinha de artesanato aos sábados e domingos à tarde, ou pare pra beber uma ali nas mesinhas perto da praia e assistir o sol ir embora entre os barcos. Diferente de Santinho ou Jurerê, é mais fácil pra chegar de ônibus.




LAGOA DA CONCEIÇÃO: a Lagoa da Conceição é meu canto favorito de Floripa, pela variedade, tanto que eu fiz um post falando de um roteiro de um dia só nessa área (clique aqui e leia). Na lagoa mesmo, dá pra fazer um monte de coisa, seja passeio de barco, stand up paddle, kite surf, wake ou fly board, estes dois últimos dependendo de quanta grana que tiver disponível. Na Avenida das Rendeiras, tem restaurantes, bares, casas noturnas, que fecham cedo em baixa temporada, mas nada impede de comprar umas long necks e virar a noite pra ver o amanhecer sentado na marina depois da pontezinha, ou mesmo à beira da lagoa. No centro da Lagoa, mais opções de lanche ou boêmia, e quem se liga em artesanato, a pracinha do centro tem umas paradinhas legais.



MORRO DA LAGOA: chegando na Lagoa da Conceição, tem o mirante Ilhalguma, também chamado de "Mirante do Morro da Lagoa", que tem uma vista completa de toda a região que envolve a Lagoa, Praia Mole, Barra, Joaquina, e no fim de tarde, aquele pôr do sol. E ainda tem ali perto o Kanpai, um japonês estiloso, um pouco caro, mas com um buffet de sushi e temaki da hora, que de repente compensa o gasto, se você gosta muito de comida oriental.



DUNAS DA JOAQUINA: dependendo do dia, o visual é bem louco, como vocês podem ver aí nessa foto que eu tirei em um dia nublado, um ar meio de vídeo clipe de banda de metal no meio do deserto (risos)... Enfim, e dá pra desenrolar um sandboard, meio que um skate ou snowboard nas dunas, o que há de mais divertido pra se praticar no meio desse monte de areia. Dizem que o tombo inicial é inevitável, mas depois que você pega a manha, é bem irado.



PRAIA MOLE: a praia em si, tem umas festas iradas, barracas boas pra parar e tomar uma breja, e o mar com boas ondas pro surf. E no morro, minha melhor indicação de hospedagem que é o Backpackers Sunset, um hostel barato, mas bem estruturado e completo. Parece uma enorme casa de campo, com varadinha, um deque e rede pra se esticar, piscina... Programa passeios pros points da ilha, tem TV paga com Premiere FC, barzinho com boa cozinha e drinks (uma caipirinha free todo dia), excelente atendimento, e a melhor parte de todas que é a vista, que explica o nome do albergue, todo dia com um céu diferente: azul, rosa, laranja, com arco-íris, e até com tempo feio é bonito...



BARRA DA LAGOA: é um lugarzinho bem aconchegante, daquelas vilas de pescador que dá vontade de ficar pra morar. Pra tirar foto, recomendo o canal que liga o mar com a lagoa, ou o mirante que fica entre a Barra e Praia Mole. Pra visitar, tem o Projeto Tamar, e a praia, que todo mundo diz que é boa pra surfista que tá começando, e que tem bons restaurantes e bares, principalmente no quesito preço.


Já viajei sem me programar várias vezes, e apesar daquele lance da descoberta e do imprevisto proporcionar boas histórias, tem hora que o perrengue não compensa, e pior, o prejuízo da grana pode ser grande, então é bom se planejar, começando pela bagagem!

Colocar um mochilão de 80 litros nas costas, abarrotada, e no fim perceber que podia ter levado menos coisa é desagradável, principalmente se a viagem for pra acampar ou com uma companhia que não tão ajuda muito.

Então, pegue caneta e papel, ou melhor, abra uma lista no Google Keep ou o Trello, em seu tablet ou smartphone, e tome nota deste passo-a-passo de como preparar seu mochilão bem antes da viagem, e com o mínimo de falhas.



PASSO 1: PENSE O MOTIVO E O TIPO DE LUGAR:

Pra início de conversa, pense qual o motivo da sua viagem e o tipo do lugar, ou seja, porque você vai e pra onde você vai? E assim, se possível anote, pra ter certeza e noção do que você vai fazer na cidade, qual é o ambiente que você vai encarar, e assim não fique desperdiçando espaço na bagagem com o que você não vai usar.

Por exemplo, se é um lugar que você já conhece, e só vai rever amigos e curtir, pra que levar material pra fotografar? A câmera do celular já basta. Ou se é uma viagem a lazer, pra que levar notebook, tablet ou outro eletrônico que te dê trabalho? Vá interagir com as pessoas e desfrutar o lugar. Se você vai pra Fortaleza ou Salvador, pra que levar um casaco de frio? Leve uma blusa leve pra encarar de repente um vento mais forte do litoral, porque do RJ pra cima, frio é algo cada vez mais raro. Ou pode ser também que você vá em algum evento que exija uma beca mais arrumada, e aí pode ser que uma mala seja melhor mochila.




PASSO 2: FAZER LISTA DE ATIVIDADES E OUTRA COM ITENS DA BAGAGEM

Agora que você captou porque e pra onde você vai, com ao menos um mês de antecedência da viagem*, você vai preparar duas listas: uma com todas as atividades que você imagina que vai fazer, e outra com tudo que vai na bagagem.

As atividades são variadas, e vão depender do roteiro do lugar, de quantos dias de estadia, da estação do ano, do motivo da viagem, entre outros fatores. Mas para os itens da bagagem, você pode recorrer a listas prontas de aplicativos pra arrumar bagagem, como eu detalhei neste post.

* A sugestão tem que ser pra um mês antes mesmo, pelo menos, por que quanto mais esquecido ou desorganizado você for, a tendência é ficar adiando e adiando... Então é melhor admitir a preguiça e estender o prazo.



PASSO 3: EXCLUIR METADE

Anotou tudo? Já tem noção de tudo que você vai levar? Está tudo mesmo na lista? Então agora, antes de sequer por as mãos na mochila, é hora de excluir itens da lista. Por que, na primeira ideia que a gente tem do que levar, a gente pensa pra mais e sempre vão sobrar vários itens supérfluos que ocupariam espaço, e a hora de cortar estes itens é agora, ainda na lista.

PASSO 4: SEPARAR TUDO

Na sequência, reúna tudo que está na lista, em sua cama ou sobre uma mesa, para ter uma noção de todo o volume que os itens vão exigir da bagagem, se preparando para o próximo passo, que é a escolha da bagagem.




PASSO 5: ESCOLHER A BAGAGEM

Com uma noção mínima do espaço que a bagagem vai precisar, agora você escolhe se vai precisar de uma mochila menor, entre 30 e 45 litros, ou no caso de muita coisa e uma estadia muito longa, uma cargueira entre 70 e 80 litros, ou até mesmo optar por uma mala. Sem essa frescura de "mochileiro não usa mala", e olhe esse post pra ver algumas alternativas de mala.

PASSO 6: COMECE PELA ROUPA

Sempre comece a arrumar pela roupa. Isso permite que você acomode melhor e estando por baixo de tudo, as roupas têm menos risco de amassar. Peças leves, como camisetas ou roupa de baixo, dobre ao máximo, e uma outra dica é colocar um grupo de peças de roupa dentro de um gym sack ou uma luva de notebook, pois assim você aperta as peças e encolhe o espaço que elas ocupariam.



PASSO 7: NÉCESSAIRE

Todos os itens de higiene e limpeza pessoal, ou maquiagem no caso das meninas, pedem uma nécessaire, ou uma bolsa qualquer apenas pra isso. E como a bagagem será feita com antecedência, compre itens exclusivos pra viagem, como pasta de dente, sabonete, desodorante, entre outros itens, pra não ter que repôr no dia de sua viagem. E hoje em dia, tem muitos produtos que são vendidos em unidades de menor quantidade, já pensados pra viajar.

PASSO 8: ACESSÓRIOS QUE PODERIAM SER ESQUECIDOS

Entre os espaços que forem sobrando, distribua itens menores ou acessórios que poderiam ser facilmente substituídos no caso de esquecimento, como meias, cuecas, cinto, porta-óculos, toalha...

PASSO 9: DOCUMENTOS E ELETRÔNICOS POR ÚLTIMO

Por último, deixe documentos e gadgets, como smartphone ou tablet, pois são itens importantes que provavelmente serão retirados mais de uma vez da mala ou que você terá que conferir inúmeras vezes, mesmo no dia da viagem, então é melhor ficar sobre tudo, para facilitar o acesso até despachar tudo e verificar o que será levado na bagagem de mão.

Outra também que na hora de fechar a mala ou mochila pela última vez, fica mais fácil de ver se não há nada que possa danificar os documentos e os eletrônicos, como algum líquido, ou outro objeto que arranhe ou suje.

Como longas viagens exigem passatempos mais duradouros, pra quem é fã de Tom Hanks e habituado a baixar filmes pelo smartphone, há alguns filmes inspiradores do ator, que comprovam que ele é um mochileiro nato.

Confira logo abaixo, quatro filmes disponíveis na Apple iTunes, para aplicativos da plataforma iOS, com Tom Hanks em viagens bem alternativas:




NÁUFRAGO (CAST AWAY)
› O Tom viaja de onde pra aonde?
Dos Estados Unidos para uma ilha deserta no Pacífico Sul, próxima à Oceania.
› Tem perrengue pra dizer que é mochileiro?
A viagem não foi NADA planejada. O entregador da FedEx, Chuck Noland (Tom), resiste a um acidente aéreo e fica sozinho na ilha, se alimentando e passando o tempo à base de improviso.
› Volta pra casa quando?
Quando conseguir sair da ilha por meio de uma jangada. Se sobreviver...
› Download?
9,99 dólares na iTunes.




O TERMINAL (THE TERMINAL)
› O Tom viaja de onde pra aonde?
Da Krakozhia, leste europeu, fronteira com a Rússia, até os EUA. Mas nem adianta ir pro Google Maps ou Trip Advisor, porque a Krakozhia é um país fictício.
› Tem perrengue pra dizer que é mochileiro?
O passaporte de Viktor Navorski (Tom Hanks) perde a validade em sua chegada aos EUA e sua entrada na cidade de Nova York é barrada. Como a ideia é ir embora só depois de visitar a Big Apple, qual sua única saída? Morar no Aeroporto Internacional John F. Kennedy.
› Volta pra casa quando?
Assim que conseguir driblar a imigração e visitar um grupo de jazz na cidade, para cumprir uma promessa, e também depois que as coisas se acalmarem na Krakozhia, já que o país sofre um golpe no meio de tudo isso.
› Download?
9,99 dólares na iTunes.


filmes netflix

APOLLO 13
› Viagem de onde pra aonde?
De Houston, nos Estados Unidos, para a Lua.
› Tem perrengue pra dizer que é mochileiro?
A viagem da nave Apollo 13 simplesmente deu origem à frase "Houston, we have a problem!", dita pelo chefe da missão, o comandante Jim Lovell (Tom). Uma explosão na nave que seguia para a Lua causou um vazamento de oxigênio, que consequentemente limitou a respiração dos astronautas, o consumo de água e a geração de energia elétrica. Vale lembrar também que a comida liofilizada comum ao uso de mochileiros é o alimento de astronautas, que exige um processo de reidratação de meia hora antes de comer, além de praticamente não ter sabor ou cheiro em função das condições de ar e de gravidade.
› Volta pra casa quando?
Como a explosão causou fortes danos para a nave, o pouso na Lua e a volta pra casa viraram incertezas.
› Download?
17,99 dólares na iTunes.


Para Mochileiros


FORREST GUMP
› Viagem de onde pra aonde?
O personagem Forrest Gump sai da pequena cidade de Greenbow, Alabama (sul dos EUA), para rodar o mundo. Em sua trip mais marcante, Forrest atravessou os Estados Unidos correndo, na famosa Rota 66 (Route 66) que cruza o país.
› Tem perrengue pra dizer que é mochileiro?
Forrest até que é um cara de sorte, pois consegue estar no lugar certo na hora certa em várias situações, participando de diversos fatos históricos ao lado de John Lennon, Elvis Presley, John Kennedy, entre outros. Mas ao passar pela Guerra do Vietnã, no fim dos anos de 1960, ele é obrigado a encarar o desgosto da luta armada com a dor de ter levado um tiro nas nádegas.
› Volta pra casa quando?
Depois que conta todas as suas histórias no ponto de ônibus, onde aguarda o próximo coletivo que o levará a um encontro com sua paixão de infância, Jenny Curran.
› Download?
9,99 dólares na iTunes.
matchu pitchu

Se você for pra Machu Picchu é bem provável que tenha que reservar algum local para passar noite, mesmo que vá acampar pra percorrer o famoso Caminho Inca até a Cidade Sagrada.

Antes de subir aos pés da montanha Huayna Picchu, muita gente também tem a curiosidade de conhecer as imediações, desvendando o que o distrito de Águas Calientes tem a oferecer de atrativos.

Assim, Machu Picchu cuida de disponibilizar hostels ou hospedagem B&B (Bed and breakfast), que são pensões ou domicílios que oferecem um lugar pra dormir e café da manhã.



Como é de costume em locais muito procurados, algumas hospedagens cobram mais de R$50 (cerca de US$ 22) pela diária, chegando a preços de até R$73 (cerca de US$32), mesmo com um perfil mais simples.

Contudo, veículos especializados mostram que é possível se hospedar de forma tranquila por um valor na faixa de R$24 (cerca de US$11). Verifique os dez melhores logo abaixo, incluindo uma opção para quem precisar ficar em Cusco.

1. Terrazas del Inca (Wiracocha, Águas Calientes): R$73, cconceito 89%
2. Hostal de Turistas Chaska (Las Orquídeas, Águas Calientes): R$65, conceito 87%
3. Pirwa Hostels Machu Picchu (Tupac Inca Yupanqui, Águas Calientes): R$30, conceito 83%
4. Hostal Varayoc (Hermanos Ayar, Águas Calientes): R$34, conceito 83%
5. Supertramp (Las Orquídeas, Águas Calientes): R$24, conceito 82% (Escolha do Editor)
6. Hostal Intiquilla (Las Orquídeas, Águas Calientes): R$47, conceito 80%
7. Ecopackers Machupicchu (Centro Histórico, Cusco): R$37, conceito 79%
8. Margarita's House (Chaska T'ika, Águas Calientes): R$54, conceito 66%
9. Denny's House (Las Orquídeas, Águas Calientes): R$33, conceito 66%
10. Machupicchu ByB (Aymuraypa Tinkan, Águas Calientes): R$22, conceito 57%

Fontes: Booking, Hostel Bookers e Hostelworld.


Anunciado nesta última terça-feira (9), o phablet iPhone 6 Plus chega ao mercado estreando o avançado sistema de estabilização óptica de imagem (OIS) em sua câmera.

Conhecido por equipar a poderosa câmera do concorrente Nokia Lumia 1020, a estabilização óptica vai permitir que i6 Plus possa registrar os seus passeios com muito pouco risco de desfocar fotos ou vídeos.

iPhone 6

O recurso OIS emprega a óptica, do sensor iSight de 8 MP do iPhone, para reduzir vibrações mesmo que você não tenha muita firmeza para segurar o smartphone.

O resultado disso é que você pode enquadrar imagens com extrema nitidez, por exemplo em um museu que não possa usar flash, ou em um cenário com a penumbra noturna.

Outra vantagem é que o sistema OIS permite tirar fotos com movimento acelerado, através do modo mais lento de velocidade do obturador. Assim, durante uma noite na estrada, dá pra capturar aquelas rajadas de luz dos faróis de um carro.

Para completar, a câmera do iPhone 6 Plus possui sistema flash Dual LED e grava vídeos em Full HD com autofoco contínuo.

A versão do iPhone 6 com o termo Plus serve para diferenciá-lo do iPhone 6 convencional. Enquanto o 6 Plus possui tela de 5,5", o visor do iPhone 6 convencional tem 4,7". Esta é a primeira vez que a Apple produz smartphones com telas tão amplas, de dimensão acima de 4 polegadas.

Vale ressaltar também que o OIS só está presente no 6 Plus, enquanto o iPhone 6 exibe estabilização digital, diferente da óptica.

A Apple lançará os dois iPhones em nove países no próximo dia 19 de setembro. O iPhone 6 Plus de 16 GB custará US$ 649 e o iPhone 6 terá preço de US$ 749. No Brasil, os aparelhos devem ser lançados apenas durante o fim de novembro.
Jennifer Lawrence

Se o seu orçamento tá curto pra sua próxima viagem à São Paulo, e se você prefere a tarifa mais em conta ao invés de conforto ou localização, saiba que há hostels bem acessíveis na capital paulista.

Depois da Copa do Mundo, a oferta de estadia em Sampa se expandiu absurdamente, e os albergues pipocaram, principalmente na região central.

Após um levantamento no site Booking, um dos mais confiáveis na categoria de reservas, relacionamos as 10 melhores opções pra quem precisa se hospedar entre o Centro e a Zona Sul.

A área concentra uma série de eventos, além de pólos gastronômicos e culturais da cidade, espalhados por pontos turísticos como a Avenida Paulista, o estádio Morumbi e o Pavilhão da Bienal.

A média de uma diária de hostel circula em torno de 45 reais. Conforme apurado no Booking, o preço dos mais baratos varia dentro de uma faixa entre 25 e 40 reais. Siga com a lista:

1. Favela de Higienópolis Hostel (Santa Cecília): R$25, classificação de 7,5;
2. São Paulo Global (Vila Mariana): R$28, classificação de 7,8;
3. Hostel Mooca (Mooca): R$29,90, classificação de 8,5;
4. Okupe (Jardins): R$34, classificação de 8,0;
5. Aki Hostel (Aclimação): R$35, novo e ainda sem classificação;
6. Pamplona (Jardim Paulista): R$37, classificação de 7,8;
7. Olah Hostel (Liberdade): R$39, classificação de 8,3;
8. Pousada e Hostel São Paulo (Jardins): R$39, classificação de 7,5;
9. TAH Hostel (Vila Mariana): R$39, classificação de 7,9;
10. Escambo Hostel (Aclimação): R$40, classificação de 8,2.
Viajar para Londres é caro, mas se você avaliar quanto custa a passsagem de acordo uma época específica, o preço pode cair muito e talvez não aperte tanto seu bolso, pelo menos no voo até lá.

Mesmo sem uma promoção relâmpago, as companhias oscilam regularmente o preço das passagens aéreas até Londres, conforme a sazonalidade. E é aí que você tem que aproveitar a chance.


No começo da primavera, no outono ou no inverno, o frio na Inglaterra é intenso pra quem não está acostumado, mas talvez seja o período mais tranquilo para mochileiros economizarem, e a paisagem cinzenta até que rende boas fotos.

Uma ótima opção é aproveitar as férias de dezembro, durante a primeira quinzena, quando os valores de ida e volta ficam bem abaixo do normal. No entanto, quando o Natal se aproxima, as passagens aéreas voltam ao seu valor, caindo apenas no fim de janeiro.


No mês de março, o valor também está bem em conta, só que tem que ficar esperto por que em abril o preço já dispara. Então você pode ir no fim de março e voltar no fim da primeira quinzena de abril, se for o caso.

Observe abaixo a relação de quanto custa um voo ida e volta, de Guarulhos (GRU) à Londres (LHR), com o menor preço e o preço médio, e analise o que se encaixa melhor em suas contas e/ou em sua agenda.


Em setembro: o menor preço é de US$ 770, e a média é de US$ 950;
Em outubro: o menor preço é de US$ 695, e a média é de US$ 920;
Em novembro (mês mais barato): o menor preço é de US$ 695, e a média é de US$ 875;
Em dezembro: o menor preço é de US$ 705, e a média é de US$ 1.105;
Em janeiro: o menor preço é de US$ 857, e a média é de US$ 985;
Em fevereiro: o menor preço é de US$ 705, e a média é de US$ 905;
Em março: o menor preço é de US$ 695, e a média é de US$ 910;
Em abril: o menor preço é de US$ 970, e a média é de US$ 1.050;
Em maio: o menor preço é de US$ 865, e a média é de US$ 990;
Em junho: o menor preço é de US$ 960, e a média é de US$ 1.175;
Em julho (mês mais caro): o menor preço é de US$ 975, e a média é de US$ 1.225.





Fonte: Decolar, Skyscanner e Google.