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Na onda do sanduíche de hamburguer artesanal, vamos com uma dica de cinco hamburguerias especiais na cidade de Hamburgo, ao norte da Alemanha, onde se desenrolou a tradição do bife de carne moída. Embora, o sanduba esteja sempre ligado com os Estados Unidos, que teve a ideia de colocar o bife ou o "hamburg steak" no meio do pão, durante o fim do Século XIX, do jeito que conhecemos sob a forma de sanduíche.

A origem mesmo da técnica de moer a carne, temperá-la e aglomerá-la, aconteceu na Idade Média, entre os tártaros, povos nômades que habitavam o oeste da Rússia. Só que os tártaros comiam a carne crua e, depois que descobriram a iguaria no Século XIV, os alemães tiveram a ideia de cozinhá-la fatiada no formato de bolo arredondado de carne, nascendo assim o bife hambúrguer.


Até ali, o hambúrguer era uma forma de reaproveitar carne de segunda, mas sua popularização com o passar dos anos chegou até o blend, o bife mais caprichado que as hamburguerias de hoje servem. E o blend é o grande responsável pelo sucesso das hamburguerias que indicaremos em Hamburgo. Vamos a elas:

BURGELICH HAMBURG
Uma curiosidade da Burgerlich é que eles vendem o hambúrguer sem o pão, à moda antiga hamburguesa, com vagem. Rola uma versão vegetariana, onde eles trocam o hamburger por um cogumelo Portobello gigante, mais um creme de queijo, alface crisp, cebola frita, tomate e o molho da casa. Agora, a recomendação fica para o Bacon Burger, com um blend de bacon, bacon crocante que fica pulando pra fora, cebolas aromáticas, cheddar picante, tomate, maionese e um molho picante Bulls Eye. O Bacon Burger é tão grande que vem com um palito cravado no meio, e você ainda pode adicionar cogumelos fritos, cebola frita e mais cheddar, além de escolher o pão entre o integral (Vollkorn Bun), de gergelim (Sesam Bun) ou o brioche (Brioche Bun).
Onde e quanto? fica na Speersort 1, na região de Hamburg-Altstadt, e o Bacon Burger sai em torno de 6 euros.




OLD MAC DONALD
McDonald?? Da cadeia de fast food? Não, eu disse Old Mac Donald, um legítimo diner & sportsbar americano. Na carta, é possível escolher entre o hambúrguer pequeno, normal e o king! É o king que você vai escolher, é óbvio, do OMD (Old Mac Donald) Cheese Burger, o mais pedido da casa, talvez pela grossura dos dois blends cabulosos, que conseguem ocupar mais espaço que o bacon e o cheddar. Ah, e como uma tradicional casa americana, um cheese cake de sobremesa vai bem.
Onde e quanto? fica na Stellinger Weg 33, na região de Eimsbüttel, e o OMD (Old Mac Donald) Cheese Burger sai em torno de 14 euros.



[M]EATERY
Na verdade, o [M]Eatery é uma steak house parecida com a Outback, toda pensada em termos de conceito e design, bacana pra quem procura um ambiente mais estiloso. O melhor hambúrguer da casa é o [M]Eatery Deluxe Burger, onde a carne é a protagonista com um bife de 180 gramas, e o resto dos ingredientes em uma vibe bem gourmet, com um presunto ibérico chamado Pata Negra, chalotas (uma espécie de cebola asiática) caramelizadas, salada de ervas, maionese mesclada com mostarda pomerana e molho barbecue.
Onde e quanto? fica na Drehbahn 49, na região de Neustadt, e o preço do [M]Eatery Deluxe Burger também é bem gourmet, por 18 euros.




KLEINE PAUSE
Esse é o mais recomendado para mochileiros, já que tem os preços mais em conta (o mais caro é €5,90) e com uma curiosidade para os brazucas: servem caipirinha na sexta à noite, por €2 o drink. Outro toque brasileiro está no vasto ovinho frito que vem no Egg Bacon Burger, junto de alface, molho da casa, bacon crisps e cheddar.
Onde e quanto? Fica na Wohlwillstraße 37, na região de Sternschanze, e o Egg Bacon Burger é €5,90.



THE BIRD HAMBURG
Inspirada nos restaurantes e na gastronomia de Nova York, o The Bird tem ótimas referências em apps de refeição, como o Yelp e o Foodspotting, principalmente por capricharem nos ingredientes, nas saladas e nas fritas que vem como acompanhamento. É o caso do Da Birdhouse, o monstro da casa, com dois hambúrgueres blend, que você nem consegue ver direito de tanto cheddar, bacon e cebola que eles colocam.
Onde e quanto? fica na Trommelstraße 4, na região de Altona, e o Da Birdhouse custa 11 euros.




Experimentei a cerveja italiana Birra Moretti esses dias, e conversando com um pessoal que mora na Itália e outros que passaram por lá, reuni três tipos de breja pra beber por lá, à quem estiver de viagem programada sobretudo para a região norte, lar das cervejarias citadas logo abaixo.


LAGER: BIRRA MORETTI
Original de Udine, a Birra Moretti é a mais popular cerveja da Itália, tem um século e meio de tradição e não é o tipo de cerveja pra ficar bêbado ou tomar sem acompanhamento. A lager italiana é fraquinha, com teor de 4,6%, mas refrescante e saborosa, o que faz ela ser boa para experimentar com algum prato típico italiano, seja macarrão ou pizza. O tiozinho do rótulo é Leo Menazzi Moretti, dono da cervejaria nos anos 1940.


PALE ALE: LIGERA
Se você escolheu ir pra Milão durante o verão, procure a pale ale Ligera, uma breja âmbar (teor de 5%) reforçada no lúpulo, que cai muito bem no calor. Seu pub oficial, o Birrificio Lambrate (Via Adelchi 5, Milão), é bem estiloso, meio que uma versão atualizada daquelas tabernas antigas da Baixa Idade Média, mas curiosamente o local tem poucos anos de vida, fundado em 1996. Fica aberto de terça a domingo, das 18 às 2 horas, e tem canecas legais à venda, para colecionar.


ESCURA: CHOCARRUBICA
Essa é mais pra quem tem curiosidade de testar sabores novos, pois a Chocarrubica é uma stout artesanal de chocolate. E se você não gosta de cerveja escura pela aversão àquelas mais doces, então passa longe, que essa dá pra sentir bem um gosto meio caramelizado, mas se tomar bem gelada, o adocicado dá uma amenizada e ela pelo menos é forte. A Chocarrubica tem teor alcoólico de 7%, e é feita de uma mistura de cacau, alfarroba e aveia. Sua cervejaria é a Birrificio Grado Plato, que fica em Chieri, cidade perto de Turim.



Durante um papo de boteco, em um mochilão desse verão, eu falava a respeito das modinhas que me deparei viajando... E debatendo, levantei uma ideia: e se a gente guardasse essas modinhas em uma cápsula do tempo e olhasse depois de um ano quais tendências vingaram ou evaporaram?

Pois bem, então vamos fingir que esse post é a tal cápsula do tempo. Vou listar aqui as modinhas desse Verão 2015, que encontrei percorrendo as praias por aí e daqui há um ano, a gente vê no que isso tudo deu.

A princípio, impossível não falar do pau de selfie. Aliás, a discussão sobre o nome já virou modinha, né? "É pau ou é bastão?". Ah, que medo é esse de piadas de duplo sentido e do politicamente incorreto?!

O pau ou bastão de selfie (tanto faz) é bem útil. Mas pra mim serve mais pra tirar fotos em grupo, porque quando estou sozinho, esticar o braço já me serve o bastante. A não ser no Cristo Redentor, onde tem dia que todo mundo se acotovela, e não há espaço nem pra esticar o braço. Mas eu acho que essa modinha dura.

Outra modinha é a sofrência. Peraí? Não sabe do que eu tô falando? Então em que raio de caverna você passou o fim de ano e o carnaval, que não ouviu Cristiano Araújo? Israel Novaes? Pablo do Arrocha? Pode ser que você odeie, mas Porque Homem Não Chora do Pablo bombou nos trios de Salvador, em blocos do Rio, no carnaval universitário em Ouro Preto (MG) ou Diamantina (MG)... E passando por São Paulo há pouco tempo, soube até de uma banda que fez uma versão metal. A banda é a Seven Seals of The Apocalypse:



Eu acho que a "sofrência" vingará, ou no mínimo vai ganhar umas variantes... Quem sabe vira "sofrência universitária" ou "sofrência ostentação"? Deve perdurar também no histórico do seu WhatsApp, com os vários vídeos repassados por aí sob a trilha sonora de Pablo, como esse:



Food Truck! Se você não gosta de modinhas, fica a sugestão pra dar o braço a torcer aos food trucks. Pra quem não conhece, a tendência é meio que uma repaginada naqueles antigos trailers de lanches, mas com um algo a mais, já que servem tanto lanches quanto comida gourmet, por um preço mais tranquilo.

Acho que vai perdurar pela forma que os food trucks tem se organizado, sobretudo com eventos, como o 1º Encontro Nacional de Food Trucks, que rolou durante o primeiro finds de fevereiro no Rio, com trucks de RJ, SP, BH e Brasília. Tem rolado um esforço também pra manter os food trucks regularizados, e pra quem tiver na vibe de montar um pesquise a Lei 15.947/2013 em SP, e a PL 808/2014 no RJ.



Da série modinhas que talvez não passem desse verão, minha aposta são as paletas mexicanas, que sinceramente, eu não sei se vieram pra disponibilizar uma sobremesa diferente, ou pra cobrar mais caro por um picolé.

Se você passar por Vitória (ES) ou Vila Velha (ES), vale mais experimentar um picolé ou sorvete da Ajellso, famosos na região e baratos. E eu sei também que já tem tanta gente comentando os altos preços das paletas, que acabou virando esquete do Porta dos Fundos, no vídeo "Sorvete".



Agora, minha dúvida se vai durar ou não é modinha do stand-up paddle (SUP), o surf a remo, porque é uma atividade bastante agradável e segura, pra quem tem dificuldade de se adaptar a outros esportes de prancha, como surfe, body board ou kitesurfe. Afinal, como a prancha é maior e mais fácil de equilibrar, basta subir e remar.

Minha previsão pro stand-up é que a modinha vai passar pros mais empolgados, mas fica pra aqueles apaixonados por esporte ou adeptos de aventura. Falando nisso, uma amiga de São Sebastião (SP) me disse que é fácil diferenciar quem é modinha dos verdadeiros praticantes de stand-up paddle: só os modinhas chamam o esporte de "stand-up paddle", pois os praticantes pra valer chamam apenas de "SUP"!
Tá de passagem rápida por Amsterdam e não quer perder tempo procurando um lugar pra beber? A gente te dá a dica.

Vasculhamos sites e blogs, e trocamos ideias com quem sabe das coisas da "Veneza do Norte", pra agora repassar os 10 melhores lugares onde beber em Amsterdam. Genieten!

HEINEKEN EXPERIENCE (Escolha do Editor)
onde? Stadhouderskade 78
como chegar? estações Stadhouderskade (bonde) ou Weesperplein (metrô).
blz? estamos falando da Heineken, a melhor cerveja do mundo (alô, Heineken! manda um pack da City Edition lá pra casa!); vale mega a pena, sobretudo pra quem gosta de pesquisar cervejas, se aprofundar na história, ingredientes e paladar, até porque a Heineken holandesa é diferente da brasileira (não é melhor, nem pior, as duas são excelentes); degustação; descobrir como funciona a produção; visual fora do comum; experiências interativas; passeio de balsa e de carruagem; produtos exclusivos na loja; custo-benefício do ingresso (18 euros); é possível comprar a entrada no site oficial pra não pegar fila; você ganha copos de brinde; desconto para grupos de mais de vinte pessoas.
sqn? como dito acima, vale a pena, podemos dizer que é imperdível; a não ser que você se incomode por ser "modinha", "programa de turista" ou "lugar que todo mundo vai".




IN'T AEPJEN (Escolha do Editor)
onde? Zeedijk 1
como chegar? estações CS/Nicolaaskerk (bonde) ou Centraal Station (metrô).
blz? peça uma cerveja Palm Royale ou Grimbergen; prédio de 1475; um dos mais antigos bares de Amsterdam; lenda de que antigamente os marinheiros pagavam suas contas com macacos que traziam das viagens; carta de cerveja bem diversificada; bons preços; garçons gente boa; perto da Centraal Station.
sqn? internet wi-fi duvidosa.

BROUWERIJ ’T IJ
onde? Funenkade 7
como chegar? estações Pontanusstraat (bonde) ou Weesperplein (metrô).
blz? passeio pela fábrica da cerveja Brouwerij ’t IJ; moinho de vento; queijo branco e frios, de tira-gosto; preço bacana; se gosta de cerveja forte, a Brouwerij ’t IJ Columbus é a pedida; experimente também a Brouwerij ’t IJ IPA; wi-fi: columbus
sqn? antes era um achado, mas tá virando "programa de turista" semelhante ao da Heineken.

PROEFLOKAAL ARENDSNEST
onde? Herengracht 90
como chegar? estações Nieuwezijds Kolk (bonde) ou Centraal Station (metrô).
blz? cerveja holandesa; trinta chopes diferentes e cem marcas em garrafa diferentes; ajuda dos garçons na hora de escolher; procure as cervejas Emelisse, Damnation, Hell ou De Molen.
sqn? só um pouquinho mais caro que em outros lugares; vez em quando, rola sons estilo Mariah Carey e Whitney Houston.

DE BEKEERDE SUSTER
onde? Kloveniersburgwal 6-8
como chegar? estação Nieuwmarkt (metrô).
blz? beba uma cerveja De Manke Monnik ou uma De Blonde Barbier; sanduíche De Bekeerde Suster com carne, bacon, queijo, salada e maionese picante.
sqn? sobretaxa de 5% pra quem paga no cartão de crédito.

SKEK EETCAFÉ
onde? Zeedijk 4-8
como chegar? estação Centraal Station (metrô).
blz? chope da Jupiler; hamburguer; queijo e frios; opções pra vegetarianos; muitos universitários; desconto de 30% com carteirinha de estudante; vinho; wi-fi: internet
sqn? serviço demorado.

EXCALIBUR CAFÉ
onde? Oudezijds Achterburgwal 4-8
como chegar? estação Nieuwmarkt (metrô).
blz? decoração, com uma armadura medieval e uma moto Indian pendurada na parede; rock n' roll; Heineken beeem gelada; absinto negro; ótimo atendimento; no meio da Red Light District.
sqn? não vá, se você não é muito aberto(a) à rock pesado.

PROEFLOKAAL DE PRAEL
onde? Oudezijds Armsteeg 26
como chegar? estação Centraal Station (metrô).
blz? cerveja artesanal de todo tipo: loiríssima, mais clara, âmbar ou escura; sofás grandes pra se espreguiçar; bons no atendimento e preço; wi-fi: mankenel
sqn? tour na fábrica é meio sem graça.

BIERFABRIEK
onde? Rokin 75
como chegar? estações Spui/Rokin (bonde) ou Nieuwmarkt (metrô).
blz? chope escuro fabricado na casa; boa música; bruschetta; frango frito muito recomendado; amendoins; wi-fi: biertje!
sqn? lotado em alguns dias, é indicável até fazer reserva.

O'REILLY'S
onde? Paleisstraat 103
como chegar? estações Dam/Paleisstraat (bonde) ou Nieuwmarkt (metrô).
blz? futebol europeu ao vivo; cerveja irlandesa; karaoke no sábado à noite; costela assada com batatas no domingo, wi-fi: oreillys
sqn? poucas variações de comida no cardápio.
Se você é fã das "mountain adventures", sonha com Everest, Alaska, mas não tem grana pra sair da América do Sul, uma dica boa é começar com El Chaltén, na Argentina. Não vai ser tudo que você almeja, mas é um ótimo ponto de partida até você chegar lá, e bem longe de se frustrar... Vou dar os motivos no restante do post.

Primeiro de tudo é a "carretera", ou simplesmente a estrada que conduz o visitante até El Chaltén. A rota de acesso Ruta 40 tem aquela reta gigantes, onde você vê a faixa amarela da estrada se afunilando e terminando na linha do horizonte, que exibe a beleza dos montes do Parque Nacional Los Glaciares.


Depois, há o fato de El Chaltén ser a capital do trekking na Argentina, como diz a placa que recebe os turistas logo na entrada da cidade criada há apenas trinta anos, para defender a região de uma possível tomada de território por parte do Chile, na parte oeste da Patagônia. Inclusive dos ancestrais patagônios, os povos tehuelches, que vêm a origem do nome Chaltén, com o significado de "montanha fumegante", pelas nuvens que cercam a região, que parecem com fumaça.

Pra quem é aventureiro mais roots mesmo, o lance é escalar o Cerro Torre, com 3.133 metros de altitude. Mas pra quem tá afim de algo mais pra capturar a paisagem, os destinos podem ser um pouco mais abaixo e perto da superfície, com as trilhas até o Lago del Desierto e até a Laguna de Los Tres, esta lagoa mais perto do Cerro Fitz Roy, o mais alto de todos dali, com 3.375 metros.






Com um espelho azul turquesa, que reflete a montanha, a lagoa de degelo possui um panorama de pirar a cabeça e ficar de cara, te levando a pensar como que tem lugares tão incríveis não tão distantes do Brasil, e pouco explorados ou divulgados.

Longe da aventura, se você é aquele mais adepto à preguiça, à galera da gula, ou quer um algo a mais, um brinde pra recompor as energias diante de tanta atividade física, pode ficar tranquilo que a região serrana também tem chocolate artesanal e vinho de muito bom gosto.


Primeiro encerre a fome com a chocolataria Josh Aike, ou simplesmente “La Choco”, que prepara tabletes de um jeito meio rústico. O chocolate é feito sob as mãos de forma caseira, mas bem feita e não é enjoatico, e a consistência lembra os doces em barra no Brasil, como cocada ou pé de moleque. E falando de doce: em uma chocolataria da Argentina, não podia faltar alfajores... Mas, se você não se liga em doce, tem tortas e fondues de queijo também.





Já abastecidos, vocês podem depois ir pra La Vinería... Afinal, passar pela Argentina e não beber um bom vinho, é como ir na Alemanha sem tomar um chopp ou ir pro interior de Minas e não experimentar uma dose de pinga. E é bom dar uma pesquisada antes de passar na adega rústica, pois rola uma extensa carta com mais de 180 vinhos, de várias partes da Argentina. Ah, e tem atendimento em português e a companhia de outros mochileiros pra você se sentir em casa.

Pra fechar, explico como chegar lá, lembrando que é necessário pegar um avião de Buenos Aires até El Calafate. Daí, é necessário pegar um ônibus, com mais 3 horas de estrada (cerca de 200km), até El Chaltén, pela Ruta 40 (a estrada citada anteriormente) ou pela Ruta 23. E como hospedagem, fica a dica (atualizada agora em 2015) do Condor de Los Andes Backpackers Hostel, com diária na faixa de 50 reais.






El Chaltén, Província de Santa Cruz, Departamento Lago Argentino, Região da Patagônia;
Coordenadas: Longitude: 49°19'47"S / Latitude: 72°53'15"O.