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Na alta do dólar, troque um mochilão pro exterior por viagens pelo Brasil


Essa última semana, o dólar atingiu a maior alta desde 2003, chegando a R$ 3,28, o que complica os planos de muita gente que de repente vinha guardando uma grana só pra isso e agora tem que desistir da ideia. Diante da situação complicada, se não há outra saída e você só pode viajar agora, tente compensar a experiência com uma viagem pelo Brasil, pra conciliar uma equilibrada na grana com a oportunidade de viajar, enquanto dias economicamente (e politicamente) melhores não chegam.

Pode ser que bata aquele pensamento de "já conheci tudo pelo país, não tem mais nada a conhecer" ou "tem coisa no exterior que não se faz no Brasil", mas vou tentar dar a ideia aqui de alguns lugares e atividades que podem substituir um rolê fora do país, ou pelo menos tirar a frustração de não poder fazer o esperado tour na gringa.

Vamos pelo mais óbvio, que é o intercâmbio. Rola intercâmbio no Brasil?? Olha, se sua intenção é explorar o seu inglês, sim... no Rio de Janeiro (RJ)! Bem antes da Copa, o Rio já vinha recebendo mais e mais gringos, ganhando um perfil bem parecido de outras cidades cosmopolitas como Barcelona ou Nova York. Basta você se hospedar em um hostel em Copacabana, Ipanema ou Leblon, que você vai falar muito inglês, mais que qualquer outra língua, com gente dos EUA, França, Austrália, Alemanha, Itália, República Tcheca, Romênia... e quase ninguém do Brasil. Veja opções de albergues cariocas neste link.

Outra experiência que dizem ser impossível ter em outro lugar é um safári na África. Talvez a paisagem e fauna realmente sejam inigualáveis, mas dá pra dizer que o Pantanal tem uma vibe tão exótica e experiências tão vibrantes como na selva africana, caso do safári pra ver jacarés, aves e onças, como você pode ver nesse outro post.



É do surf? Quer ir pro Havaí? Espera mais um pouco... e vai pra Maresias, em São Sebastião (SP), que é a terra do campeão mundial Gabriel Medina, ou pra muitos outros picos por aqui, que chamam a atenção de brazucas e gringos, como Cacimba do Padre, em Fernando de Noronha (PE), Saquarema (RJ), Itacaré (BA), Maracaípe, em Porto de Galinhas (PE), Praia Mole, em Florianópolis (SC), e vários outros.

Mas se seu lance é o clima de Europa... Durante a baixa temporada do inverno, busque as cidades serranas com chalés, o friozinho e a cara de Suíça, como Campos do Jordão (SP), Gramado (RS), Canela (RS) ou Monte Verde (MG). Vale também caçar as cidades colonizadas por pomeranos, povo situado entre a Alemanha e a Polônia que imigrou pro Brasil no fim do século XIX, que tem suas tradições fortemente preservadas em Pomerode (SC) e em Santa Maria de Jetibá (ES).

Inclusive no ES, perto de Santa Maria de Jetibá, tem a cidade de Domingos Martins, que foi colonizada por pomeranos, alemães e italianos. É uma das cidades mais lindas do ES, boa pra beber vinho, fazer trilha, apreciar as montanhas e passear de trem, que segue até Viana, na Região Metropolitana de Vitória.



Quem sonha com um expresso europeu, também pode matar a vontade com o trem que parte de Belo Horizonte (MG) à Vitória (ES). Não é tão rápido ou luxuoso, mas tem suas peculiaridades. Explico mais nesse post.

Quem viaja pensando em arquitetura e costumes, pra substituir a Europa, há que se recomendar Curitiba (PR). O modo de se vestir já é bem europeu, com todo mundo arrumado por causa do frio. A feirinha da Praça da Espanha lembra o Mercado del Rastro, em Madri, enquanto a feirinha do Largo da Ordem pode se dizer que é uma versão tropical da Tiergarten Flohmarkt, de Berlim. E no Largo da Ordem também dá pra perceber a semelhança com a arquitetura de algumas metrópoles alemãs, pelas fachadas e o chão de paralelepípedo nas ruas. Quer sentir um gostinho do que seria visitar um jardim na França? Então passe pelas áreas verdes bens planejadas do Jardim Botânico e da Ópera de Arame. Pra completar, o transporte público funciona muito bem, e salvo a hora do rush, é mesmo modelo e o melhor do Brasil.



Também é possível ter um pedaço da Ásia sob seus pés, na região da Liberdade, em São Paulo (SP). Seria um pedaço da Ásia, ou de Nova York, já que a Liberdade seria uma versão paulistana de Chinatown, seguindo a regra das grandes metrópoles de quase sempre ter um bairro oriental. Na Rua Galvão Bueno, você vê aqueles portais e lanternas orientais bem típicas do Japão e da China, e dentro do bairro, chamam a atenção as lojinhas de produtos orientais (com letreiro em ideogramas) e restaurantes com bastante sushi, temaki, tempura, yakissoba, guioza. Outra ideia é ficar ligado quando rola o ano novo chinês, pra ver as alegorias e cores temáticos, que celebram a virada que ocorre do outro lado do mundo.

Uma foto publicada por Poema Urbano (@poema_urbano) em


São Paulo também serve pra substituir a variedade gastronômica de Nova York ou Tóquio, com restaurantes de comida italiana, portuguesa, árabe, espanhola, argentina, indiana, alemã, grega, francesa, mexicana, tailandesa, coreana, uruguaia, suíça... Aé, tem comida brasileira e pizza também.

Poderia citar Sampa como boa opção de bares, pubs e rock n' roll, mas essa vou deixar pra BH. Já tem uns bons anos, que a capital de MG criou uma vocação pra fazer você se sentir um pouco em Liverpool, com as covers de Beatles como a Hocus Pocus e a Anthology, e até mesmo com Sir Paul McCartney dizendo "uai", em um show de 2013. Fora que Belo Horizonte é uma filial de Seattle, com várias covers de Pearl Jam e Foo Fighters, além do seu lado Los Angeles, o lado Londres, o lado Dublin, o lado Detroit, e por aí vai... Tudo nos principais pubs da cidade: Lord, Jack, Circus, Collins, Stonehenge, Amsterdam, entre outros que você pode ver a programação e pensar em um roteiro nesse link, do site BH Rocking.



Fechando a conta e passando a régua, aos caçadores de cartões-postais, vocês também podem soltar a imaginação que não vão se decepcionar em ver o Maracanã como nossa versão do Coliseu de Roma, o Cristo Redentor que é mais bonito que a Estátua da Liberdade de Nova York, a Ponte Hercílio Luz em Floripa, que supre um pouco a vontade de ver a Ponte de San Francisco (EUA), e quem não vai à Paris (FRA), pode trocar o Arco do Triunfo pelo Monumento aos Expedicionários, em Porto Alegre (RS) ou o Museu do Louvre pelo Instituto de Arte Contemporânea de Inhotim, em Brumadinho (MG), pertim de BH.

Um vídeo publicado por Luciano Portela (@lucianomochileiro) em




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Pra celebrar os 450 do Rio, ao invés de fazer um A a Z da Cidade Maravilhosa, vou desenrolar aqui uma lista do que eu mais curto na cidade, que é o Maracanã, com o perdão da Lagoa Rodrigo de Freitas e do Parque Lage, que também tem certa preferência. Quando você chega no estádio, sente uma energia diferente, um impacto proporcionado pela beleza, pela imensidão e o peso de sua história, então achei que seria uma justa homenagem ao #Rio450, este abecedário de tudo que você precisa saber antes de visitar o Maracanã:

A de ANTIGA GERAL
A antiga geral era o setor popular do estádio, onde as pessoas viam o jogo de pé. Com as reformas na década de 2000, a geral virou o setor das cadeiras inferiores, que agora é o mais caro.

B de BODE CHEIROSO
O Bar Macaense, conhecido como Bode Cheiroso, é um legítimo boteco "copo sujo" (no bom sentido), a 15 minutos (1,9 km) do Maraca. Tem cerveja gelada, caldo de mocotó e sardinha com legumes.

C de COPA DO MUNDO
O estádio foi sede das Copas de 1950 e 2014, sempre recebendo a final. Em 1950, recorde de público, com o registro de 199.854 torcedores, mas relatos garantem que passava de 200 mil.






D de DINAMITE
Ídolo do Vasco e maior goleador do Brasileirão, Roberto Dinamite é o centroavante que mais balançou as redes, com 196 gols. Já na lista de todos os jogadores, Dinamite é o vice-artilheiro.



E de ESTÁTUA DO BELLINI
Situada em frente à rampa do Setor Leste, onde cruza a Avenida Maracanã, a Estátua do Bellini é o principal ponto de referência do estádio. A escultura é de 1960, obra de Matheus Fernandes.

F de FLA-FLU
Disputado 233 vezes no Maracanã, o Fla-Flu é o mais recordado dos 6 maiores clássicos do RJ, pelas cores, pela história, pelas crônicas e por ser sinônimo de rivalidade até em dicionário.

G de GARRINCHA
Na era do "preto e branco", nada foi mais emblemático que os dribles de Garrincha. Para muitos, o maior depois de Pelé, Mané fez do Botafogo, o maior time do RJ na década de 60.






H de HÉLIO GRACIE
Bem antes do UFC, o mestre Hélio Gracie encarou dois judocas no Maracanã, 30 kg mais pesados. Foi na década de 50, que ele confirmou seu ímpeto destemido e as virtudes do jiu-jitsu brasileiro.

I de INVASÃO CORINTIANA
A torcida do Timão invadiu o Maraca no Brasileiro de 1976, com 70 mil corintianos em um público de 146.043, e no Mundial de Clubes de 2000, com 30 mil corintianos no meio de 73 mil pessoas.

J de JOÃO PAULO II
Pontífice da Igreja Católica entre 1978 e 2005, o Papa João Paulo II realizou duas missas campais no Maracanã, durantes suas visitas ao Brasil nos anos de 1985 e 1990.

K de KISS
No dia 18 de junho de 1983, o KISS reuniu 250 mil espectadores na turnê Creatures of the Night, registrando o maior público em shows, tanto da história do Maracanã quanto da história do KISS.

L de LÍNGUA TUPI
A palavra Maracanã tem origem da língua tupi-guarani e quer dizer “semelhante a um chocalho”, xará do maracanã-guaçu, pássaro que antes rondava o local fazendo sons parecidos com de um chocalho.




M de MÁRIO FILHO
Escritor e jornalista, o flamenguista Mário Filho deu nome ao estádio por sua forte ligação e apoio ao projeto no fim da década de 1940. Célebre nas palavras, criou o termo Fla-Flu, em 1933.

“O Fla-Flu é um jogo para sempre, não é um jogo para um século, um século é muito pouco para a sede e a fome do Fla-Flu", Mário Filho (1908-1966).

N de NELSON RODRIGUES
Uma das maiores referências na dramaturgia brasileira, o tricolor Nelson Rodrigues revolucionou a forma de falar de futebol e do Maracanã na crônica esportiva, sendo citado até hoje.

“O Fla-Flu não tem começo. O Fla-Flu não tem fim. O Fla-Flu começou quarenta minutos antes do nada. E aí então as multidões despertaram”, Nelson Rodrigues (1912-1980).

O de OBRAS
Segundo O Globo, a obra inicial custou R$ 235,5 milhões, em valor corrigido. A reforma para o Mundial de 2000 saiu por R$ 106 milhões (cálculo inicial: R$ 52 milhões) e para o Pan de 2007 ficou por R$ 304 milhões (cálculo inicial: R$ 67 milhões). Pra fechar, a obra pra Copa de 2014, com custo inicial de R$ 705 milhões, mas que no fim beirou R$ 1,5 bilhão.



P de PELÉ
Maior jogador de todos os tempos, o Rei Pelé fez lotar o Maracanã com seu Santos muitas vezes. Entre os feitos mais marcantes, os cariocas viram Pelé ser campeão mundial pelo Peixe em 1962 e o seu famoso milésimo gol, em 1969.

Q de QUARENTINHA
No embalo do Botafogo da década de 60, Quarentinha usou a sua forte canhota diversas vezes, entre seus 95 gols que o fizeram maior artilheiro alvinegro no estádio.

R de ROMÁRIO
Neste terreno, a grande área teve um só dono: Romário. Quem viveu a década de 90, não esquece da atuação histórica do Baixinho contra o Uruguai, nas Eliminatórias, quando levou o Brasil para a Copa do Tetra. Jogando pela Seleção e por Flamengo, Fluminense e Vasco, marcou 180 gols neste campo.

S de SINATRA
Se hoje grandes bandas e artistas tocam no Maracanã, agradeçam a Frank Sinatra. Um dos maiores intérpretes da história, Sinatra cantou para 175 mil pessoas em janeiro de 1980, superando a falta de estrutura e abrindo as portas para outros grandes shows no Brasil.




T de TOUR
O Tour do Maracanã é feito todos os dias, de 9 às 17 horas, durando uma hora. Recomendo o tour sem guia, que é mais barato e você pode ficar avistando o gramado por mais tempo. O tour sem guia custa R$ 24, a inteira, e R$ 12, a meia, entre segundas e quintas, e R$ 30, a inteira, e R$ 15, a meia, nos outros dias.

U de UERJ
A Universidade do Estado do RJ é uma mais conceituadas do Brasil, e tem seu campus principal do lado do Maracanã, de onde é possível ter uma vista bacana do estádio.

V de VOZ
Desde o sistema de som, com o saudoso locutor Victório Gutemberg Volpato avisando que "a Suderj informa", até os bordões do radialista Waldir Amaral, dizendo que "o relógio marca", o Maracanã teve várias vozes marcantes que ecoavam ao lado dos cantos das torcidas. Não posso deixar de falar também do meu ídolo José Carlos Araújo e o famoso "apite comigo galera".

W de WALDO
Nenhum outro craque tricolor concluiu mais vezes que Waldo no Maracanã, com um total de 94 gols. Conhecido por sua velocidade e por ser bom de cabeça, Waldo também é o maior artilheiro do Flu, com 319 gols.



X de XUXU
Não disputaram Copa, não ganharam Bola de Ouro, mas fizeram história no Maraca. Falo dos jogadores folclóricos, que merecem uma menção honrosa, como é o caso de Iranildo Xuxu, Super Ézio, Cocada, Fio Maravilha, Odvan, Jacozinho, Quiñónez, Afonsinho, Paulo Borges, Perivaldo, Beto Cachaça, Valdir Bigode, Cafuringa, Obina, Paulinho Criciúma, Bujica, Mauricinho, Dimba, entre outros que trazem aquela nostalgia bacana.

Y de YOU COULD BE MINE
Em 1991, o Guns N' Roses lançou a turnê Use Your Illusion no Rock In Rio 2, pra 180 mil pessoas, com setlist inédito que incluía You Could Be Mine, trilha do filme Exterminador do Futuro 2.

Z de ZICO
Rei do Maraca, Zico brilhou com a camisa 10 do Flamengo e se tornou artilheiro do estádio com 333 gols, a maior parte deles agraciados por seus "reflexos lúcidos, dribles desconcertantes e chutes maliciosos", como descreve a canção "Camisa Dez da Gávea" do mestre Jorge Benjor.



Durante um papo de boteco, em um mochilão desse verão, eu falava a respeito das modinhas que me deparei viajando... E debatendo, levantei uma ideia: e se a gente guardasse essas modinhas em uma cápsula do tempo e olhasse depois de um ano quais tendências vingaram ou evaporaram?

Pois bem, então vamos fingir que esse post é a tal cápsula do tempo. Vou listar aqui as modinhas desse Verão 2015, que encontrei percorrendo as praias por aí e daqui há um ano, a gente vê no que isso tudo deu.

A princípio, impossível não falar do pau de selfie. Aliás, a discussão sobre o nome já virou modinha, né? "É pau ou é bastão?". Ah, que medo é esse de piadas de duplo sentido e do politicamente incorreto?!

O pau ou bastão de selfie (tanto faz) é bem útil. Mas pra mim serve mais pra tirar fotos em grupo, porque quando estou sozinho, esticar o braço já me serve o bastante. A não ser no Cristo Redentor, onde tem dia que todo mundo se acotovela, e não há espaço nem pra esticar o braço. Mas eu acho que essa modinha dura.

Outra modinha é a sofrência. Peraí? Não sabe do que eu tô falando? Então em que raio de caverna você passou o fim de ano e o carnaval, que não ouviu Cristiano Araújo? Israel Novaes? Pablo do Arrocha? Pode ser que você odeie, mas Porque Homem Não Chora do Pablo bombou nos trios de Salvador, em blocos do Rio, no carnaval universitário em Ouro Preto (MG) ou Diamantina (MG)... E passando por São Paulo há pouco tempo, soube até de uma banda que fez uma versão metal. A banda é a Seven Seals of The Apocalypse:



Eu acho que a "sofrência" vingará, ou no mínimo vai ganhar umas variantes... Quem sabe vira "sofrência universitária" ou "sofrência ostentação"? Deve perdurar também no histórico do seu WhatsApp, com os vários vídeos repassados por aí sob a trilha sonora de Pablo, como esse:



Food Truck! Se você não gosta de modinhas, fica a sugestão pra dar o braço a torcer aos food trucks. Pra quem não conhece, a tendência é meio que uma repaginada naqueles antigos trailers de lanches, mas com um algo a mais, já que servem tanto lanches quanto comida gourmet, por um preço mais tranquilo.

Acho que vai perdurar pela forma que os food trucks tem se organizado, sobretudo com eventos, como o 1º Encontro Nacional de Food Trucks, que rolou durante o primeiro finds de fevereiro no Rio, com trucks de RJ, SP, BH e Brasília. Tem rolado um esforço também pra manter os food trucks regularizados, e pra quem tiver na vibe de montar um pesquise a Lei 15.947/2013 em SP, e a PL 808/2014 no RJ.



Da série modinhas que talvez não passem desse verão, minha aposta são as paletas mexicanas, que sinceramente, eu não sei se vieram pra disponibilizar uma sobremesa diferente, ou pra cobrar mais caro por um picolé.

Se você passar por Vitória (ES) ou Vila Velha (ES), vale mais experimentar um picolé ou sorvete da Ajellso, famosos na região e baratos. E eu sei também que já tem tanta gente comentando os altos preços das paletas, que acabou virando esquete do Porta dos Fundos, no vídeo "Sorvete".



Agora, minha dúvida se vai durar ou não é modinha do stand-up paddle (SUP), o surf a remo, porque é uma atividade bastante agradável e segura, pra quem tem dificuldade de se adaptar a outros esportes de prancha, como surfe, body board ou kitesurfe. Afinal, como a prancha é maior e mais fácil de equilibrar, basta subir e remar.

Minha previsão pro stand-up é que a modinha vai passar pros mais empolgados, mas fica pra aqueles apaixonados por esporte ou adeptos de aventura. Falando nisso, uma amiga de São Sebastião (SP) me disse que é fácil diferenciar quem é modinha dos verdadeiros praticantes de stand-up paddle: só os modinhas chamam o esporte de "stand-up paddle", pois os praticantes pra valer chamam apenas de "SUP"!
Aqui vai uma lista de A a Z, pra você compreender São Paulo melhor, e captar porque essa cidade "da hora" é tão cheia de atrativos, hoje, no dia do 461º aniversário da cidade.

ARTE E CULTURA: A Paulicéia é a terra da Bienal de Arte, da Bienal de Design, da Pinacoteca, de mais de 170 galerias de arte, da Brasil Comic Con, dos concertos da Sala São Paulo, das 282 salas de cinema, de 9 cineclubes e de incontáveis interferências urbanas, dos painéis eletrônicos ao marcante graffiti.


BOÊMIA E BALADA: Os números também impressionam com 20 mil bares e 184 casas noturnas, mas o interessante mesmo é poder virar a noite bebendo, dançando ou curtindo alto e bom som, ao seu gosto, do Baixo Augusta à Vila Madalena, até a noite terminar, como em nenhuma outra cidade do país.

CPTM: Pode ser caro, e a hora do rush é um verdadeiro inferno, mas os trens e metrôs facilitam bastante a vida de quem mora perto das 67 estações de metrô, distribuídas em cinco linhas e comandadas pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).


DECOLAGENS E DESEMBARQUES: Você pode odiar São Paulo, mas a cidade muitas vezes é um destino inevitável pra quem quer decolar ou vai desembarcar para uma outra cidade ou país. Em 2014, os aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos tiveram um fluxo de quase 170 mil desembarques por dia, enquanto o volume diário do Terminal Rodoviário de Tietê gira na faixa de 90 mil pessoas.

ESTILO: Sendo a sede do maior evento de moda do país, a São Paulo Fashion Week, Sampa não podia passar diferente em relação ao estilo e provavelmente é a cidade brasileira onde o modo se vestir está mais ligado à atitude e ao comportamento.


FUTEBOL: A Terra da Garoa certamente também é a Terra do Futebol. No Pacaembu, o passeio é completo, com a visita em volta do campo e no Museu do Futebol recheado de histórias e atividades interativas, mais o chopp do bar O Torcedor e a loja Roxos e Doentes. Independente do clube que você torça, também vale conhecer o Morumbi, estádio do São Paulo, ou as novas arenas do Corinthians ou Palmeiras, e a história dos três clubes. Pros mais fanáticos, uma passada no Canindé (da Portuguesa), na Rua Javari (do Juventus) ou na Comendador Sousa (do Nacional) mostram um lado mais saudosista e romântico do futebol da capital.



GASTRONOMIA: Tá com fome de pizza? Pastel de feira? Feijoada? Sushi? Ou pretende fugir dos clichês e tem vontade de experimentar a culinária croata ou grega? Seja qual for a pedida, São Paulo tem e faz jus ao título de "capital gastronômica do Brasil".


HOTELARIA: Além dos 410 hotéis, São Paulo já possui uma gama de 70 hostels espalhados pela cidade, mais que o triplo registrado no fim de 2011, quando eram apenas 22 hostels.

IMIGRAÇÃO: Um dos fatores determinantes pra uma cultura tão diversificada como a de São Paulo é a imigração, que veio de vários lugares, de forma bem intensa. Até 1914, a cidade abrigou 800 mil italianos. Dados de outros povos indicam que até 1920, haviam chegado 500 mil espanhóis e no começo do século passado, mais de 150 famílias japonesas se instalaram na região. Pra entender a história, visite o vasto acervo do Memorial do Imigrante, no bairro italiano da Mooca.

JARDINS: Uma das áreas mais valorizadas da cidade, a região dos Jardins é onde se concentram alguns dos mais badalados restaurantes, em torno da Rua Bela Cintra, e atrações da noite, pela Rua Augusta, além das grifes da Rua Oscar Freire, pra quem se liga em moda.


KART: Pra variar o contexto desse post, uma dica: se estiver com galera e tempo livre, dê um rolê de kart em uma das sete pistas da cidade. A melhor opção é o Interkart, no estacionamento coberto do Shopping Interlagos. Como é perto do Autódromo de Interlagos, é possível aproveitar e fazer um passeio na famosa pista de Fórmula 1.

LOJAS: Sem dúvidas, é a cidade favorita das compras, com suas 240 mil lojas, 53 shopping centers, além do comércio popular de rua, na região da 25 de Março ou no Brás.

MUSEUS: Pra entender a história e captar a arquitetura da cidade, participar de atividades interativas e apreciar amostras de arte, São Paulo possui 125 museus, onde o MASP, o Museu do Ipiranga, o MAC, o Museu da Língua Portuguesa, o MIS, o MAM e o Museu de Arte Sacra se encontram nas listas dos mais requisitados.



NEGÓCIOS: Não é à toa que São Paulo é conhecida como a capital dos negócios no Brasil. Boa parte das operações financeiras que movem o país acontecem em São Paulo, que é a casa dos maiores bancos e maiores multinacionais presentes na América Latina, recebendo feiras e eventos importantes todos os anos, como o Salão do Automóvel e a Campus Party.


O'MALLEY'S: Se os pubs estão em voga pelo Brasil afora (até aqueles que não são pubs de verdade), com certeza o O'Malley's vai resistir qualquer modinha e se manter firme e fiel às tradições britânicas, como o pint de cerveja sob pressão, o guisado irlandês de cordeiro, rock n' roll e blues ao vivo, e a transmissão de rugby e futebol inglês. A casa tem quase trinta anos e é uma boa pra quem também curte assistir aos jogos de NFL, NBA ou NHL.

PARQUE IBIRAPUERA: Entre seus 103 parques e áreas verdes, o que mais chama a atenção é o Ibirapuera. Com 1,6 milhão de m², o parque apresenta além da área verde e lagos, áreas para shows, restaurantes e exposições, como é o caso do Museu de Arte Moderna (MAM), o Pavilhão da Bienal e a Oca.

QUITANDAS: Quitanda foi a palavra-chave que encontrei pra falar do Mercado Municipal de São Paulo. Ao lado dos queijos, frios, frutas e temperos, pra quem é fã da baixa gastronomia, e não tem problemas cardíacos ou estomacais, o sanduba de mortadela gigante do Bar do Mané é o melhor de todos. Pra quem é chegado em comer pastel nas feiras livres, o pastel de bacalhau do Hocca Bar é uma boa, e quem tá de dieta, leva uma câmera e tire fotos dos vitrais com temas da era rural do início do século XX.

RUAS E AVENIDAS: Apesar de não ter um monumento notável como o Cristo Redentor ou a Torre Eiffel, ou paisagens naturais, como praias ou morros, São Paulo é lembrada por ruas e avenidas tão imponentes e vistosas, como a Avenida Paulista, a Rua Augusta ou a famosa Rua Ipiranga, aquela que cruza com a Avenida São João, na música Sampa, de Caetano Veloso.

SESC: Quer conhecer algum novo talento da MPB ou curtir um filme estilo cineart, por um preço bem acessível, as sedes do SESC (Serviço Social do Comércio) podem ser uma boa. As recomendações... o CineSesc da Augusta, que vende um pãozinho de tapioca irado, e os shows do SESC Pompéia, que também tem choperia.

TEATRO: São Paulo é a capital do teatro, tem gêneros como musicais, dramas e blá blá blá... e ao invés de registrar mais números, vou deixar outra dica. Como as comédias que estão na moda atualmente, vá no Teatro Renaissance, que lá rola o stand-up do Comédia ao Vivo já tem alguns anos. Fica no Jardins, e agora tá com Diogo Portugal, Fábio Rabin, Murilo Gun e Maurício Meireles.

USP: O campus da USP tem tanta coisa pra visitar que por um momento você até esquece que tá dentro de uma universidade, que é a maior da América Latina. Das melhores atrações, as mais legais são as obras de arte do MAC (Picasso, Miró, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari, entre outros), as peças indígenas do Museu de Arqueologia e Etnologia, os esqueletos de animais no Museu de Anatomia Veterinária e as pedras preciosas do Museu de Geociências.

VIRADA CULTURAL: A Virada Cultural é um dos eventos mais fodas de São Paulo, rolando de tudo um pouco, nos quatro cantos do centro da cidade. A maior parte do público se concentra nos shows que rolam em palcos na Avenida São João, na Estação Júlio Prestes, no Largo do Arouche e na Praça da República. Mas tem cinema, teatro, exposição, durante 24 horas, sem parar. Só é necessário ficar esperto com os assaltos, para quem vai sozinho ou muito arrumado.



WILD HORSE MUSIC BAR: Ao lado do Morrison, do Manifesto, do Café Piu Piu e do DJ Club, o Wild Horse se inclui na lista dos variados clubes com rock n' roll de primeira no último volume, preço tranquilo e boa bebida. A casa já tem oito anos e fica no bairro Moema, perto do Shopping Ibirapuera.

XÍCARA DE CAFÉ: No país dos apaixonados e viciados em café, Sampa serve cafés deliciosos até pra quem não gosta de café. Desde as mais badaladinhas, como a Starbucks e a Fran's Café, até as refinadas, com direito a barista, como a Coffe Lab e a Sofá Café, as cafeterias paulistanas valem a pena, nem que seja pra tomar só uma xícara.

YOI! ROLLS & TEMAKI: Aos apaixonados por comida japonesa, principalmente pelo sushi em formato de cone, na rede Yoi! Rolls & Temaki rolam um recheios gostosos. O melhor pra mim é temaki com salmão grelhado, amêndoas, sweet chilli e cream cheese, ponto alto do lanche. Tem umas vinte franquias espalhadas pela cidade.

ZICA: "Zica" é a gíria que mais me faz lembrar São Paulo. Já me disseram que um desavisado qualquer nunca entende quando "zica" é coisa ruim ou coisa boa, só o paulistano. Isso porque "zica" pode ser um adjetivo pra coisa boa ou ruim, equivalente a alguém legal ou azarado, tosco. Outras gírias comuns mais entre paulistanos, do que em outros estados, são as seguintes: "breja" = cerveja; "cola lá" = vai lá; "da hora" = legal, manero; "dar um rolê" = fazer um passeio, uma visita; "embaçado" = complicado; "firmeza" = bacana; "iaê, firmeza" = oi, tudo bem; "mano" = cara, amigo, rapaz; "mina" = garota, moça; "quebrada' = um lugar qualquer; "se pá" = se puder; "uma pá" = um monte, muitos.
Sendo o sexto destino mais procurado do Brasil, Salvador procura atender a alta demanda de viajantes com variadas opções de hospedagem, especialmente hostels.

Dentre as alternativas disponíveis, os albergues soteropolitanos se adequam perfeitamente àqueles que querem serviço completo.

A maior parte é bem localizada, ótimo pra quem quer andar pouco até os pontos turísticos, diante de tanta ladeira. Eles se concentram especialmente nas imediações do Pelourinho ou do Farol da Barra.

Pra completar, o jeito hospitaleiro do baiano se faz presente no atendimento, seja na hora de passar uma informação com simpatia, de deixar o hóspede confortável ao máximo, ou de servir um café da manhã "arretado" de bom.

Logo na sequência, vocês verão uma relação de dez albergues que se encaixam neste perfil, com valor da diária abaixo de 45 reais.

1. São Jorge (Pelourinho): R$35, classificação de 97%;
2. Açaí Hostel (Pelourinho): R$30, classificação de 95% (Escolha do Editor);
3. Open House (Barra): R$44, classificação de 92%;
4. Galeria 13 (Pelourinho): R$38, classificação de 90%;
5. HI Laranjeiras (Pelourinho): R$35, classificação de 88%;
6. HospedaSalvador (Pelourinho): R$35, classificação de 87%;
7. Barra Guest (Barra): R$35, classificação de 86%;
8. Patuá do Pelourinho (Pelourinho): R$25, classificação de 82%;
9. Fusion Guesthouse (Pelourinho): R$23, classificação de 80%;
10. Nega Maluca Guesthouse (Santo Antônio): R$29, classificação de 79%.
Salvador

Como as festas de Salvador não rolam apenas no carnaval e o sol quente da Bahia raia o ano inteiro, vale a pena ficar atento com outros períodos fora do verão pra viajar até a terra de "todos os santos".

Independente de promoção, é possível achar preços mais flexíveis, e mais baratos, conforme as variações existentes entre a baixa e a alta temporada.

Através dos aplicativos dos sites Decolar e Skyscanner, conferimos o preço de voos com ida e volta para Salvador partindo de quatro cantos do país, para você ter uma noção de quanto fica viajar para a capital baiana. Compare:

SÃO PAULO (SAO):
Em setembro: o preço gira em torno de R$ 385;
Em outubro: o preço gira em torno de R$ 345;
Em novembro: o preço gira em torno de R$ 340;
Em dezembro: o preço gira em torno de R$ 345;
Em janeiro (mês com preços mais altos): o preço gira em torno de R$ 425;
Em fevereiro: o preço gira em torno de R$ 360;
Em março (mês com preços mais baixos): o preço gira em torno de R$ 335;
Em abril: o preço gira em torno de R$ 340;
Em maio: o preço gira em torno de R$ 345;
Em junho: o preço gira em torno de R$ 350;
Em julho: o preço gira em torno de R$ 355;

PORTO ALEGRE (POA):
Em setembro: o preço gira em torno de R$ 500;
Em outubro: o preço gira em torno de R$ 465;
Em novembro: o preço gira em torno de R$ 465;
Em dezembro: o preço gira em torno de R$ 545;
Em janeiro: o preço gira em torno de R$ 545;
Em fevereiro: o preço gira em torno de R$ 430;
Em março (mês com preços mais baixos): o preço gira em torno de R$ 430;
Em abril: o preço gira em torno de R$ 475;
Em maio: o preço gira em torno de R$ 430;
Em junho: o preço gira em torno de R$ 480;
Em julho (mês com preços mais altos): o preço gira em torno de R$ 560.

BELÉM (BEL):
Em setembro: o preço gira em torno de R$ 695;
Em outubro: o preço gira em torno de R$ 565;
Em novembro (mês com preços mais baixos): o preço gira em torno de R$ 375;
Em dezembro: o preço gira em torno de R$ 615;
Em janeiro: o preço gira em torno de R$ 565;
Em fevereiro (mês com preços mais altos): o preço gira em torno de R$ 765;
Em março: o preço gira em torno de R$ 620;
Em abril: o preço gira em torno de R$ 710;
Em maio: o preço gira em torno de R$ 720;
Em junho: o preço gira em torno de R$ 760;
Em julho: o preço gira em torno de R$ 755.

BRASÍLIA (BSB):
Em setembro: o preço gira em torno de R$ 305;
Em outubro: o preço gira em torno de R$ 235;
Em novembro (mês com preços mais baixos): o preço gira em torno de R$ 290;
Em dezembro: o preço gira em torno de R$ 350;
Em janeiro: o preço gira em torno de R$ 360;
Em fevereiro (mês com preços mais altos): o preço gira em torno de R$ 260;
Em março: o preço gira em torno de R$ 255;
Em abril: o preço gira em torno de R$ 365;
Em maio: o preço gira em torno de R$ 260;
Em junho: o preço gira em torno de R$ 360;
Em julho: o preço gira em torno de R$ 405.
Confira abaixo, quais os melhores hostels no bairro da Vila Madalena, em São Paulo (SP), de acordo com sua prioridade ou com a ocasião.

PELO CONFORTO:
Em São Paulo é melhor esquecer um pouco o conforto, pois com os atrativos que a cidade tem, é difícil ficar parado nos hostels. Mas se você não dispensa móveis mais descolados e um ambiente mais organizado, o Ô DE CASA, o CASA CLUB, o HI SAMPA HOSTEL e o HEY HOSTEL são as hospedagens mais dedicadas em proporcionar comodidade mesclada com um agradável apelo visual.


Para Mochileiros

PRA PEGAR METRÔ:
O HEY HOSTEL fica a apenas 300 metros da estação Faria Lima, ou seja, com uma caminhada de apenas 5 minutos você já pode pegar o metrô para circular pela cidade. Em dias de chuva essa distância é bastante oportuna.

PRA CONHECER GENTE:
Albergue mais recomendado da região entres as redes sociais e experts em mochilões, o VILA MADALENA HOSTEL geralmente está cheio de gente de diversos locais do Brasil e do mundo, então é bem fácil arranjar companhia pra trocar ideia ou gente com planos em comum de lugares ou eventos.


PRA CAIR NA NOITE:
As melhores opções de bares e baladinhas na Vila Madalena estão entre as ruas Aspicuelta e Inácio Pereira da Rocha. Pra facilitar o acesso ao chegar ou sair, fique no Ô DE CASA ou no CASA CLUB, os dois albergues mais próximos destes arredores.

Veja os endereços e telefones dos albergues:

CASA CLUB
Rua Mourato Coelho, 973
(11) 3798.0051

HEY HOSTEL
Rua Bartolomeu Zunega, 43
(11) 4327.5366


HI SAMPA HOSTEL
Rua Girassol, 519
(11) 3031.6779

Ô DE CASA
Rua Inácio Pereira da Rocha, 385
(11) 3063.5216

VILA MADALENA HOSTEL
Rua Francisco Leitão, 686
(11) 3034.4104
Com mais de trinta anos de funcionamento, o metrô do Rio de Janeiro é administrado pela companhia MetroRio, apresentando uma malha de 41 quilômetros. Pra fins de comparação, São Paulo tem 78 quilômetros (67 estações) e quarenta anos de uso, e o de Londres entrou em operação em 1863, hoje com 408 quilômetros (270 estações), sendo o mais extenso e antigo do muito.

No Rio, são 36 estações divididas entre as linhas 1 e 2, além da integração com as linhas de ônibus (Integração Expressa, Intermunicipal, Metrô na Superfície e Barra Expresso) e de trem (SuperVia). Uma curiosidade do sistema integrado é o ônibus Metrô na Superfície, que atende Leblon e Gávea, e volta e meia gera confusão com os viajantes que acham que é o metrô mesmo, ou algum VLT, TRAM...


A passagem do Cartão Unitário custa R$ 3,70 (isso na última vez que esse post foi atualizado), e o horário de funcionamento é de 5hs até 0hs, de segunda a sábado, ou de 7hs até 23hs, aos domingos e feriados. Mas ainda sobre o preço, em outra comparação, o valor do metrô de São Paulo é de R$ 3,50. Talvez as Olimpíadas e a constante chegada de gringos mantenham o valor do Rio acima de Sampa.

Pra quem quiser rodar pela cidade mais de uma vez, a melhor opção é usar o Bilhete Único Pré-Pago. Existe o RioCard recarregável, mas esse é meio chato pra comprar, exige CPF e tal, enquanto o Bilhete Único Pré-Pago você compra um cartão com R$20, R$40 ou R$60 de crédito


Agora, sobre a existência de um cartão pré-pago, pra rodar de metrô múltiplas vezes, a Prefeitura do Rio e o MetroRio toda hora fazem uma mudança, e aí tenho que atualizar esse post. Antes tinha um bilhete único sem recarga, mas agora (última atualização em 2015) não tem mais e se utiliza um pré-pago recarregável, que é vendido nas estações Central, Carioca, Largo do Machado, Maracanã, Pavuna, Saens Peña e Siqueira Campos. Já pra recarregar tem máquinas, as chamadas máquinas ATM, nos guichês de atendimento de todas as estações.

Além do preço e dessas mudanças constantes, uma reclamação é a falta de educação no horário do rush, quando está mais cheio, sobretudo por não ter um cuidado com mulheres, idosos e gestantes. Por causa disso, existe até um metrô cor de rosa, que funciona nessas horas de rush, unicamente para conduzir mulheres.


Outra reclamação são as obras das Linhas 3 e 4, consideradas intermináveis. A Linha 3, ligaria São Gonçalo e Niterói, mas parece que o governo só terá "condições de fazer a linha 3 se tiver financiamento do Governo Federal", ou seja... E a Linha 4, vai ser essencial para as Olimpíadas, pois seguirá até a Barra da Tijuca, o que obriga a acelerarem as obras.

Agora, pra quem surfa ou tem vontade de andar de bike no Rio, depois das nove da noite e em fim de semana, as estações e o Metrô de Superfície libera a entrada com o camelinho ou a prancha de surfe.


Pra finalizar, logo abaixo, um mapa do metrô para vocês salvarem. Cliquem na imagem para ampliá-la.

Localizado em Brumadinho, cidade de apenas 30 mil habitantes e a 60 quilômetros de BH, o Instituto Inhotim é daqueles lugares que você se pergunta "como eu não descobri esse lugar antes?", graças a sua magnífica paisagem do espaço idealizado pelo empresário Bernardo Paz em uma antiga fazenda de propriedade de uma empresa mineradora.

Com área de aproximadamente 786 hectares, o espaço é uma experiência completa pra quem quer fazer de tudo em um só passeio, visto a mistura de áreas de preservação ambiental, boas trilhas e riquíssimo acervo de instalações permanentes e exposições temporárias, no local que é considerado o maior centro de arte contemporânea do país.

Para chegar, use o ônibus que parte às 9 horas do Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro (Rodoviária de BH). O transporte chega ao instituto por volta das 11 horas, deixando todos os passageiros na porta do parque. A entrada é gratuita nas terças-feiras (com exceção de feriados), 28 reais para a inteira nas sextas, sábados, domingos e feriados, e 20 reais nas quartas e quintas.

São necessários pelo menos dois dias pra ver tudo o que o lugar tem a oferecer. Assim, gaste um dia só para observar com calma as mais de vinte galerias e outro para os fotos, senão não dá tempo de acompanhar tudo. Outra dica é circular com o carrinho que faz o traslado aos pontos mais distantes.

As atrações que chamam a atenção são múltiplas, como é o caso das as quinhentas esferas reluzentes da artista japonesa YAYOI KUSAMA no terraço-jardim do Centro Educativo Burle Marx que se configuram conforme o vento as conduz, e ganham formas e tons de acordo com os reflexos que se revelam em sua superfície espelhada. Ligada ao centro centro educativo, está o Café do Teatro que oferece doces e coquetéis de café como destaques em seu menu.

arte contemporânea

Em seguida, após cruzar o formidável lago de cor azul turquesa que apresenta a GALERIA TRUE ROUGE, aprecie a obra homônima ao espaço, a primeira do instituto, concebida pelo escultor pernambucano Tunga. A montagem de 150 m², constituída por cordas e recipientes de vidro, lembra a estrutura que suspende os bonecos de um teatro de marionete e já esteve exposta em Nova York e Paris.

Para Mochileiros

Outra dica preciosa é a galeria idealizada para compartilhar as produções da artista ADRIANA VAREJÃO, que promovem uma mistura de representações de figuras sobre paredes revestidas de azulejo, provocando uma curiosa percepção virtual distorcida das peças. Como exemplo, o caos dos mares nos painéis de azulejos inspirados no barroco em Celacanto Provoca Maremoto e a obra Panacea Phantastica com agredado ao primoroso espelho d'água na entrada.

Para Mochileiros

Para completar, a galeria MATTHEW BARNEY fica entre as mais afastadas, mas compensa como um dos ápices do passeios por conta de sua cúpula de aço e vidro entre eucaliptos, que recebe a obra De Lama Lâmina dentro da estrutura esférica. No interior, o visitante se surpreende com um trator florestal gigante que sustenta uma árvore de resina e ocupa quase toda a área. A composição abstrata abrigada sob os vidros espelhados da cúpula trazem a sensação de uma experiência intergaláctica, ou de uma espécie de fim do mundo futurístico diante do domínio do caos.

Para Mochileiros

Passado todo o estado de abstração das exposições, ainda vale matar a fome em um dos oito estabelecimentos disponíveis. Além do café, há dois restaurantes, três lanchonetes, um bar e uma pizzaria. Pra economizar, a boa pedida é a lanchonete especializada em cachorros-quentes, perto da Galeria Adriana Varejão, enquanto o RESTAURANTE TAMBORIL é a melhor sugestão, que oferece self-service com buffet farto e bem variado. E não deixe de experimentar a pêra flambada com gorgonzola e caramelizada com mel ou o salmão com calda de maracujá.
Por mais que você não goste de se planejar ou fazer roteiro, sempre tire um tempo da sua viagem pro momento que normalmente é o ápice do dia: ver o pôr do sol, sobretudo pelo Brasil. Você chega no fim de tarde exausto, depois de dar seus rolês por aí, e aí vem aquele #skyporn (quem tem Insta, sabe do que eu tô falando) pra te renovar e preparar você pra noite.


Longe de querer fazer ranking, até por que teria muito sunset pra escolher, vai aí uma lista aleatória de cinco cenários muito f*** pelos quatro cantos do Brasil, àqueles que quiserem uma dica de um pôr do sol pra curtir e relaxar, ou aos likóticos anônimos, desesperados por uma foto boa pra obter curtidas no Facebook.


PORTO ALEGRE: em um edifício de uma velha companhia termoelétrica gaúcha, a chamada Usina do Gasômetro guarda um dos melhores ângulos para contemplar a beleza do fim de tarde às margens do Guaíba. A larga extensão da linha do horizonte e o reflexo do céu no lago, com cara de rio, transformam o pôr do sol porto-alegrense em um espetáculo único, pelo amplo campo de visão que o fenômeno natural atinge. Depois desse post também me deram a dica da Fundação Iberê Camargo, outro lugar bacana pra flagrar o entardecer.




BELO HORIZONTE: situada dentro do Complexo Arquitetônico criado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, a lagoa da Pampulha possui um singelo festival de cores no momento em que sol desaparece atrás da linha que separa céu e água, modelada pelas curvas da Igreja São Francisco de Assis e as formas da roda gigante do Parque Guanabara. Postei uma foto que tirei perto do Mineirinho, mas quem quiser ver a foto com a roda gigante, clica aqui.

matchu pitchu

FERNANDO DE NORONHA: Noronha é sempre uma covardia né? Por isso não fiz ranking... Pois se o arquipélago já desperta a curiosidade por seu raro ecossistema com ares de paradise, o fim do dia faz chamar ainda mais a atenção diante do belo panorama oferecido pelas praias da região conhecida como Mar de Dentro, no lado oeste de Noronha. O clique mais recomendado é na Baía dos Porcos, apontada por muitos como a praia mais bela do arquipélago, que conta com a Ilha Dois Irmãos no quadro do entardecer.

Para Mochileiros


BRASÍLIA: nos arredores de mais uma obra projetada por Oscar Niemeyer, em conjunto com o urbanista Lúcio Costa, a capital federal traz vários lugares perfeitos para se deparar com a retirada da luz do dia. Tá de bobeira na capital e vem chegando o fim de tarde? Então vai dando um rolê entre os melhores cenários: o espelho d'água do Congresso Nacional e o lago Paranoá, sobretudo nos pontos com a ponte Juscelino Kubitschek de fundo.

Para Mochileiros

FLORIANÓPOLIS: não falta cenário em Floripa pra ver o sol ir embora, seja no mirante de Santinho até o reflexo que se mistura entre os barquinhos em Santo Antônio de Lisboa. Mas se for pra escolher um lugar é a região ali da Lagoa da Conceição, que sempre rola de um jeito diferente. Ou é a cor do céu que muda, ou é uma gaivota ou kitesurf que enfeita a paisagem, ou você avista de um ponto diferente que ainda não havia descoberto... nunca é igual! E você pode ver de diversos lugares. Pode ser nas dunas, ou na lagoa mesmo, ou em um dos mirantes (no Morro da Lagoa ou na Praia Mole), ou na Barra da Lagoa, ou se hospedando no hostel Backpackers Sunset, que tem uma vista privilegiada do pôr do sol para mochileiros (como vocês podem ver na foto), justificando o nome do albergue.

Falar de Floripa como boa opção de viagem é um clichê, sem dúvida, mas que deve ser preservado, sobretudo com tantas opções que cada pedaço da ilha tem a oferecer.

Se você for pra LAGOA DA CONCEIÇÃO, por exemplo, vai ter a chance de oscilar nas mais variadas formas de fazer turismo, seja de dia, de tarde ou de noite.

Na parte da manhã, as DUNAS servem de panorama pra uma boa foto pro Instagram, até mesmo sem os filtros do app. E pra quem ignora os registros, curta a experiência de velejar de KITESURFE ou dar uma remada no STAND UP PADDLE dentro da lagoa.

pontos turisticos em florianopolis

No começo da tarde, almoce no BARRACUDA RESTAURANTE & GRILL, que possui um cardápio não apenas especializado em peixes e frutos do mar, como também em iguarias preparadas com carne como é o caso do Bife à Portugália, um bom mignom com ovo por cima mais um molho de mostarda e shoyu.

Se não estiver disposto a gastar com restaurante, vá até o DNA NATURAL e pegue um prato executivo ou um dos variados sanduíches naturais no estilo pressata ou fast wrap, alternativas saborosas e mais em conta.

E pra terminar a tarde, perto do DNA Natural, tem o pub THE BLACK SWAN, local ideal pra assistir a um jogo da Liga dos Campeões ou da Premier League, em clima britânico com um pint (copo de chopp) da Guiness acompanhado petiscos como o prato Pork Ribs (carne de porco assada com bacon).

Mais tarde, por volta da meia-noite, encerre a noite no JOHN BULL FLORIPA, filial de um pub de Curitiba com o rock n' roll de melhor qualidade de covers de bandas internacionais. E não esqueça de pedir o coquetel Beatles com cerveja, tequila e suco de limão.

passagem de onibus para florianopolis
PARQUE MOINHOS DE VENTO OU PARCÃO: O Parcão carrega alguns alicerces da história do Rio Grande do Sul. Desde a tradição na cultura do trigo, simbolizada pelo moinho de vento, até seu passado como hipódromo e antigo estádio do Grêmio. Existe uma aglomeração maior antes do anoitecer, com os praticantes da corrida e da caminhada. Pra compor o cenário zen da ioga, nos fins de semana, o lago artificial e a réplica do moinho em estilo açoriano.


Porto Alegre

PARQUE DA MARINHA DO BRASIL: Sua característica principal é a presença de uma esplêndida área verde. Além de constituir-se de uma área considerável pra esportes, com quadras, pistas e aparelhos de ginástica. Se você não é adepto à galerias, pelo menos pode dedicar um pouco de sua atenção ao Jardim de Esculturas, obras ao ar livre que apontam a vocação de Porto Alegre para manifestações culturais. Como tema principal pra lembrar do parque, um dos cartões-postais mais cativantes de Porto Alegre: o pôr do sol do rio Guaíba.

Porto Alegre

PARQUE GERMÂNIA: Um pouco mais afastado do centro, o Parque Germânia está instalado no bairro Vila Ipiranga, na Zona Norte da cidade. Foi conceituado para reverenciar a imigração alemã em terras gaúchas. O letreiro com o nome do parque e o lago com trapiche são as formas mais marcantes pra se fotografar.


Porto Alegre

JARDIM BOTÂNICO: O Jardim Botânico é mais do que um parque, trata-se de um núcleo de estudos e preservação da vegetação nativa. Pra conhecer e compreender as espécies do Jardim, há alguns caminhos com passeios programados por dentro do terreno. É o caso da trilha Viveiro, com plantas ornamentais e frutíferas, e da trilha Arboreto, com aproximadamente 3 mil árvores. Durante a trilha, a riqueza da flora proporciona vários enquadramentos interessantes, além do aroma genuíno que as plantas exalam.

Porto Alegre

PARQUE FARROUPILHA OU REDENÇÃO: É o parque preferido dos porto-alegrenses. Costuma ficar cheio nos fins de semana e você pode aproveitar pra comprar livros, objetos antigos ou artesanato no Brique da Redenção. Pra guardar a visita na memória, tire uma foto de um dos quatro recantos temáticos espalhados pelo parque. São quatro: Recanto Oriental, Recanto Europeu, Recanto Alpino e Recanto Solar. Há também os arcos do Monumento ao Expedicionário, mais requisitado pelos turistas.


Porto Alegre
VISÃO GERAL DO PARQUE COM O MONUMENTO AO EXPEDICIONÁRIO LOGO NA FRENTE


Porto Alegre
RECANTO ORIENTAL
Porto Alegre
Aeroporto Internacional Salgado Filho. Foto: © Divulgação

Veja o preço das tarifas cobradas de voos para Porto Alegre em condições fora de promoção e programada sem antecedência. A saída foi estipulada a partir dos aeroportos de sete cidades das cinco regiões do país. Todas as operações foram feitas nos sites das companhias aéreas para deslocamentos de ida e volta¹. Caso queira incluir sua cidade na pesquisa, envie email para paramochileiros@gmail.com

Após o nome das cidades, o código aeroportuário IATA segue entre parenteses.

Pela AZUL:
Voo que sai de Belém (BEL) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 840²
Voo que sai de Salvador (SSA) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 1 370
Voo que sai de Goiânia (GYN) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 1 560
Voo que sai de Curitiba (CWB) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 380
Voo que sai do Rio (GIG) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 520
Voo que sai de Campinas (VCP) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 630

Pela GOL: Voo que sai de Belém (BEL) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 2 400²
Voo que sai de Salvador (SSA) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 2 045
Voo que sai de Goiânia (GYN) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 1 940
Voo que sai de Curitiba (CWB) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 425
Voo que sai do Rio (GIG) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 985
Voo que sai de Sampa (CGH) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 735

Pela TAM: Voo que sai de Belém (BEL) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 2 660²
Voo que sai de Salvador (SSA) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 2 050
Voo que sai de Goiânia (GYN) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 1 390
Voo que sai de Curitiba (CWB) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 365
Voo que sai do Rio (GIG) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 955
Voo que sai de Sampa (CGH) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 870
Voo que sai de Campinas (VCP) para Porto Alegre (POA): a partir de R$ 545

¹ Simulações de ida e volta feita para o retorno da viagem após o 4º dia de viagem, no mínimo.
² Valores arredondados.
TAINHA: Durante o período do inverno é propícia para a pesca. Brevemente isolada e boa para se banhar. Em uma parte mais elevada da praia está localizado o Mirante Eco 360º. O local revela um panorama espetacular com vista completa de boa parte do território de Bombinhas.

Bombinhas

QUATRO ILHAS: Bem oportuna pro pessoal mais jovem. Seja quem está na vibe de aventura, com o surfe e o mergulho na Ilha do Arvoredo; ou de repente, quem busca algum rolo ou companhia, pelos bares da orla. Pra você que gosta de acampar no verão, o agito rola solto nos campings em Quatro Ilhas.

Bombinhas

CANTO GRANDE: Em Canto Grande, a escolha do lazer fica entre a alternativa mais badalada e a outra mais tranquila, das duas praias da região. A Praia do Mar de Fora é o balneário com presença maior de pessoas. Já a Praia do Mar de Dentro é uma mistura serena entre os esportes de embarcação (windsurf e iatismo) e o pôr do sol deslumbrante no fim de tarde.

Bombinhas

RIBEIRO: Ótima pra mergulhar. O resplandecer de suas águas é de surpreender. Situada entre as praias de Bombas e Bombinhas, destaca-se também por seu espírito tranquilo e sua beleza natural. Lá você pode realizar um passeio ecológico no instituto formado pela aventureira família Schürmann.

Bombinhas

BOMBINHAS: A estreita faixa de areia é disputada, e o mar possui uma cor incrível. É a praia com melhor infraestrutura destas cinco. Os serviços turísticos para hospedagem, refeições e vida noturna são de fácil acesso, por conta da variedade de opções.

Bombinhas

BOMBINHAS PRAIA APART
#Piscina #Churraqueira #Wi-fiPago
» Bairro e endereço: Bombinhas / Rua Tintureira 57
» Site e telefone: bombinhaspraia.com.br / [47]3369.2526
» A partir de R$ 199²

Bombinhas

4 ILHAS PRAIA HOTEL
#ÁreaVerde #Piscina
» Bairro e endereço: Quatro Ilhas / Avenida Ilha das Galés 322
» Site e telefone: 4ilhashotel.com.br / [47]3369.2121
» A partir de R$ 115

Bombinhas

ARÁGUA
#Interação #Entretenimento #HomeTheater #EstúdioMusical #Wi-fiGrátis
» Bairro e endereço: Mariscal / Rua Amoreira 876
» Site e telefone: pousadaragua.com.br / [47]3363.4687
» A partir de R$ 200

Bombinhas

CORES DO MAR
#Piscina #Churraqueira #Wi-fiGrátis
» Bairro e endereço: Bombas / Rua Martim Pescador 300
» Site e telefone: hotelcoresdomar.com.br / [47]3369.1436
» A partir de R$ 200

Bombinhas

MARIN CHÂTEAU
#Conforto #Harmonia #Sustentabilidade #Restaurante #Piscina #Wi-fiGrátis
» Bairro e endereço: Canto Grande / Avenida dos Coqueiros 3775
» Site e telefone: marinchateau.com / [47]3393.4841
» A partir de R$ 210

Bombinhas

¹ Entre em contato com as pousadas para consultar possíveis mudanças nas tarifas e promoções imprevistas
² Preços pesquisados para alta temporada do verão 2011/2012
FOTOS: Divulgação
PRAÇA DA INDEPENDÊNCIA // Pra fotografar
Coração do bairro do Gonzaga, a Praça da Independência é símbolo do respeito da população aos feitos da cidade de Santos ontem e hoje. Seja no tempo em que foi fundada para homenagear a família de José Bonifácio de Andrada e Silva (em 1922), ou nos dias atuais quando é palco de comemoração dos títulos do Santos. O Monumento aos Andradas, obra central da praça, compõe uma exuberante paisagem cercada por fontes e seu jardim de palmeiras e plantas ornamentais.

Santos
PRAÇA DA INDEPENDÊNCIA // © LUCIANO PORTELA

ESTÁDIO URBANO CALDEIRA OU VILA BELMIRO // Pra curtir
A sensação de estar presente no mesmo lugar em que Pelé foi revelado é uma experiência rara. O estádio é organizado e bem estruturado, mas deve um pouco no quesito conforto. Nos clássicos, procure ir em grupo pra dar conta do movimento. E quando não houver nenhuma partida, você pode visitar o Memorial das Conquistas, museu dentro do estádio destinado a preservar a história do Santos com peças que marcaram as maiores vitórias do clube.

Santos
ESTÁDIO DA VILA BELMIRO // © LUCIANO PORTELA

CENTRO HISTÓRICO // Pra entender
Pelo bairro Centro Histórico, você faz um tour completo por tudo que envolve a cidade. É a história que se faz presente no secular Outeiro de Santa Catarina, marco da origem do município. O primor das belas-artes evidente nas mais de 400 obras que permanecem à mostra no Museu de Arte Sacra. Compreenda melhor os elementos da arquitetura barroca ao visitar as duas igrejas do Conjunto do Carmo. A Praça Mauá incorpora a base da política da cidade, tendo o Palácio José Bonifácio como sede da Poder Executivo. E por fim, o clima de descontração conduz a noite nos bares da rua XV de Novembro.

Santos
OUTEIRO DE SANTA CATARINA // © JULIANA FERREIRA

Santos
MOSTEIRO DE SÃO BENTO ONDE SE LOCALIZA O MUSEU DE ARTE SACRA // © DIVULGAÇÃO

Santos
CONJUNTO DO CARMO // © DIVULGAÇÃO

Santos
PRAÇA MAUÁ // © DIEGO PELOI

Santos
CENTRO HISTÓRICO // © GIOVANNA VARGA

Salvador
Aeroporto Hercílio Luz. Foto: © Paulo Pilenghy

Veja o preço das tarifas cobradas de voos para Florianópolis em condições fora de promoção e programada sem antecedência. A saída foi estipulada a partir dos aeroportos de sete cidades das cinco regiões do país. Todas as operações foram feitas nos sites das companhias aéreas para deslocamentos de ida e volta¹. Caso queira incluir sua cidade na pesquisa, envie email para paramochileiros@gmail.com

Após o nome das cidades, o código aeroportuário IATA segue entre parenteses.

Pela AZUL:
Voo que sai de Belém (BEL) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 2 530²
Voo que sai de Salvador (SSA) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 430
Voo que sai de Goiânia (GYN) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 705
Voo que sai de Porto Alegre (POA) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 070
Voo que sai do Rio (GIG) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 180
Voo que sai de Campinas (VCP) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 605

Pela GOL: Voo que sai de Belém (BEL) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 2 540²
Voo que sai de Salvador (SSA) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 690
Voo que sai de Goiânia (GYN) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 490
Voo que sai de Porto Alegre (POA) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 730
Voo que sai do Rio (GIG) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 090
Voo que sai de Sampa (CGH) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 050

Pela TAM: Voo que sai de Belém (BEL) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 2 225²
Voo que sai de Salvador (SSA) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 860
Voo que sai de Goiânia (GYN) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 310
Voo que sai de Porto Alegre (POA) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 805
Voo que sai do Rio (GIG) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 115
Voo que sai de Sampa (CGH) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 1 120
Voo que sai de Campinas (VCP) para Florianópolis (FLN): a partir de R$ 960

¹ Simulações de ida e volta feita para o retorno da viagem após o 4º dia de viagem, no mínimo.
² Valores arredondados.
CAFÉ RIO HOSTEL
O comportado: moderado e bem adequado em todos os aspectos de suas acomodações.
» Bairro e endereço: Laranjeiras / Rua Alice 293
» Site e telefone: caferiohostel.com.br / 2245.6305

Rio

BELLAS ARTES
O eclético: todo alinhadinho, mas com aparência mais solta e à vontade.
» Bairro e endereço: Santa Teresa / Rua Andrés Belo 15
» Site e telefone: bellasartesguesthouse.com / 3734.6147

Rio

CABANACOPA
O clássico: você viaja no tempo com o perfil ancestral e relaxante da decoração.
» Bairro e endereço: Copacabana / Travessa Guimarães Natal 12
» Site e telefone: cabanacopa.com.br / 3988.9912

Rio

BOOKS
O descolado: uma cara jovem, pra quem procura um abrigo mais despreocupado.
» Bairro e endereço: Lapa / Rua Francisco Muratori 10
» Site e telefone: bookshostel.com / 3437.3783

Rio

LEBLON SPOT
O moderno: formas arejadas com elementos leves e contemporâneos.
» Bairro e endereço: Leblon / Rua Dias Ferreira 636
» Site e telefone: leblonspot.com / 2137.0090

Rio