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O Hosteworld é um dos melhores sites pra se fazer reserva de albergue, e a melhor parte são seus reviews que dão uma noção de como é a reputação de cada um.

Logo abaixo, você vai conferir uma lista dos dez melhores albergues do Rio de Janeiro, com as avaliações mais positivas do Hostelworld.

Vale ressaltar que, a pedidos dos leitores, foram descartados os hostels considerados caros na baixa temporada, com diárias acima de 50 reais.

Não se deixe iludir pela localização ou a decoração do hostel, como uma justificativa pra cobrar preços acima do normal fora de temporada.

No Rio, tem bons albergues na Zona Sul, mesmo em Copacabana ou no Leblon, com preço agradável, excelente serviço e bem situado. Confira:

1. Santa Mix Hostel (Santa Teresa): R$43, rating de 94%
2. Lemon Spirit Hostel (Leblon): R$45, rating de 91% (Escolha do Editor)
3. Refúgio Hostel (Laranjeiras): R$30, rating de 91%
4. Walk On The Beach Hostel (Copacabana): R$45, rating de 91%
5. Solar Chacara Hostel (Vidigal): R$45, rating de 91%
6. Che Lagarto (Ipanema): R$38, rating de 89%
7. Mambembe Hostel (Santa Teresa): R$30, rating de 89%
8. Bossa In Rio Hostel (Santa Teresa): R$45, rating de 89%
9. Manga Hostel (Lapa): R$42, rating de 88%
10. Lisetonga Hostel (Leme): R$38, rating de 88%
matchu pitchu

Se você for pra Machu Picchu é bem provável que tenha que reservar algum local para passar noite, mesmo que vá acampar pra percorrer o famoso Caminho Inca até a Cidade Sagrada.

Antes de subir aos pés da montanha Huayna Picchu, muita gente também tem a curiosidade de conhecer as imediações, desvendando o que o distrito de Águas Calientes tem a oferecer de atrativos.

Assim, Machu Picchu cuida de disponibilizar hostels ou hospedagem B&B (Bed and breakfast), que são pensões ou domicílios que oferecem um lugar pra dormir e café da manhã.



Como é de costume em locais muito procurados, algumas hospedagens cobram mais de R$50 (cerca de US$ 22) pela diária, chegando a preços de até R$73 (cerca de US$32), mesmo com um perfil mais simples.

Contudo, veículos especializados mostram que é possível se hospedar de forma tranquila por um valor na faixa de R$24 (cerca de US$11). Verifique os dez melhores logo abaixo, incluindo uma opção para quem precisar ficar em Cusco.

1. Terrazas del Inca (Wiracocha, Águas Calientes): R$73, cconceito 89%
2. Hostal de Turistas Chaska (Las Orquídeas, Águas Calientes): R$65, conceito 87%
3. Pirwa Hostels Machu Picchu (Tupac Inca Yupanqui, Águas Calientes): R$30, conceito 83%
4. Hostal Varayoc (Hermanos Ayar, Águas Calientes): R$34, conceito 83%
5. Supertramp (Las Orquídeas, Águas Calientes): R$24, conceito 82% (Escolha do Editor)
6. Hostal Intiquilla (Las Orquídeas, Águas Calientes): R$47, conceito 80%
7. Ecopackers Machupicchu (Centro Histórico, Cusco): R$37, conceito 79%
8. Margarita's House (Chaska T'ika, Águas Calientes): R$54, conceito 66%
9. Denny's House (Las Orquídeas, Águas Calientes): R$33, conceito 66%
10. Machupicchu ByB (Aymuraypa Tinkan, Águas Calientes): R$22, conceito 57%

Fontes: Booking, Hostel Bookers e Hostelworld.


Jennifer Lawrence

Se o seu orçamento tá curto pra sua próxima viagem à São Paulo, e se você prefere a tarifa mais em conta ao invés de conforto ou localização, saiba que há hostels bem acessíveis na capital paulista.

Depois da Copa do Mundo, a oferta de estadia em Sampa se expandiu absurdamente, e os albergues pipocaram, principalmente na região central.

Após um levantamento no site Booking, um dos mais confiáveis na categoria de reservas, relacionamos as 10 melhores opções pra quem precisa se hospedar entre o Centro e a Zona Sul.

A área concentra uma série de eventos, além de pólos gastronômicos e culturais da cidade, espalhados por pontos turísticos como a Avenida Paulista, o estádio Morumbi e o Pavilhão da Bienal.

A média de uma diária de hostel circula em torno de 45 reais. Conforme apurado no Booking, o preço dos mais baratos varia dentro de uma faixa entre 25 e 40 reais. Siga com a lista:

1. Favela de Higienópolis Hostel (Santa Cecília): R$25, classificação de 7,5;
2. São Paulo Global (Vila Mariana): R$28, classificação de 7,8;
3. Hostel Mooca (Mooca): R$29,90, classificação de 8,5;
4. Okupe (Jardins): R$34, classificação de 8,0;
5. Aki Hostel (Aclimação): R$35, novo e ainda sem classificação;
6. Pamplona (Jardim Paulista): R$37, classificação de 7,8;
7. Olah Hostel (Liberdade): R$39, classificação de 8,3;
8. Pousada e Hostel São Paulo (Jardins): R$39, classificação de 7,5;
9. TAH Hostel (Vila Mariana): R$39, classificação de 7,9;
10. Escambo Hostel (Aclimação): R$40, classificação de 8,2.
Sendo o sexto destino mais procurado do Brasil, Salvador procura atender a alta demanda de viajantes com variadas opções de hospedagem, especialmente hostels.

Dentre as alternativas disponíveis, os albergues soteropolitanos se adequam perfeitamente àqueles que querem serviço completo.

A maior parte é bem localizada, ótimo pra quem quer andar pouco até os pontos turísticos, diante de tanta ladeira. Eles se concentram especialmente nas imediações do Pelourinho ou do Farol da Barra.

Pra completar, o jeito hospitaleiro do baiano se faz presente no atendimento, seja na hora de passar uma informação com simpatia, de deixar o hóspede confortável ao máximo, ou de servir um café da manhã "arretado" de bom.

Logo na sequência, vocês verão uma relação de dez albergues que se encaixam neste perfil, com valor da diária abaixo de 45 reais.

1. São Jorge (Pelourinho): R$35, classificação de 97%;
2. Açaí Hostel (Pelourinho): R$30, classificação de 95% (Escolha do Editor);
3. Open House (Barra): R$44, classificação de 92%;
4. Galeria 13 (Pelourinho): R$38, classificação de 90%;
5. HI Laranjeiras (Pelourinho): R$35, classificação de 88%;
6. HospedaSalvador (Pelourinho): R$35, classificação de 87%;
7. Barra Guest (Barra): R$35, classificação de 86%;
8. Patuá do Pelourinho (Pelourinho): R$25, classificação de 82%;
9. Fusion Guesthouse (Pelourinho): R$23, classificação de 80%;
10. Nega Maluca Guesthouse (Santo Antônio): R$29, classificação de 79%.
Se você deseja muito ir à Paris, antes de mais nada, aceite: a capital francesa é uma cidade cara em inúmeros aspectos e isso vale até para albergues.

No levantamento que fizemos, foi possível encontrar bons preços, mas longe do que é visto em Barcelona, Berlim ou Londres, que oferecem opções bem em conta.

Inclusive, há um detalhe importante. Segundo apurado pelo ranking TripIndex Cities, do site TripAdvisor, Paris é a 2ª cidade mais cara do mundo pra se visitar, perde apenas pra Londres.

No entanto, quando o assunto é hostel, os albergues parisienses superam facilmente os preços londrinos, de acordo com classificação do Hostelworld.

A relação do site mostra que em Londres é possível encontrar albergue de €11, cerca de R$34, entre os mais baratos. Já em Paris, uma diária não sai por menos de €24, ou seja, em torno de R$73.

1. Arty Paris (Porte de Versailles): €31 (cerca de R$92), rating de 84%
2. St Christopher's Inn Canal (Buttes-Chaumont): €33 (cerca de R$98), rating de 82%
3. Perfect Hostel (Montmartre): €30 (cerca de R$89), rating de 80%
4. Le Montclair (Montmartre): €24 (cerca de R$72), rating de 79% (Escolha do Editor)
5. Absolute Paris Boutique Hostel (Bastille): €32 (cerca de R$95), rating de 79%
6. Woodstock Hostel (Montmartre): €26 (cerca de R$78), rating de 77%
7. Caulaincourt Boutique Hostel (Montmartre): €31 (cerca de R$92), rating de 77%
8. Aloha Hostel (Eiffel Tower): €30 (cerca de R$89), rating de 72%
9. Peace & Love Hostel (Gare du Nord): €25 (cerca de R$75), rating de 68%
10. Justabed (Malakoff): €25 (cerca de R$75), rating de 57%
Para Mochileiros

Ao pesquisar albergues, antes de pedir uma dica ou descobrir qual o melhor estabelecimento, tenha em mente que a pedida certa vai depender mais da situação em que você vai se encontrar do que simplesmente de seu gosto.

Muitas vezes, a escolha inadequada vem ao valorizar vantagens das quais você não fará uso, por conta de alguns benefícios que são compensados com itens mais importantes. Veja alguns exemplos:

DECIDA-SE PELO PÚBLICO E NÃO PELO PREÇO: antes de selecionar o hostel, procure saber que tipo de público frequenta e se é um local movimentado. Estes fatores são determinantes se você vai com a intenção de conhecer gente, pois não vale a pena pagar R$ 15 a menos pra ficar em um lugar vazio ou de gente ranzinza ou sem disposição pra fazer social.

LOCALIZAÇÃO SUPERA A DECORAÇÃO: caso você queira aproveitar o máximo possível dos cartões-postais da cidade, esqueça os albergues estilosos e bem decorados e dê preferência aos lugares que sejam mais perto dos pontos turísticos ou das estações de ônibus ou metrô. Em São Paulo, por exemplo, os hostels mais sofisticados costumam ser os mais afastados dos metrôs, dificultando o uso do transporte.

BANHEIROS COLETIVOS AO INVÉS DOS INDIVIDUAIS: se dividir o banheiro é um problema, ainda assim escolha locais com cômodos coletivos ao invés dos toaletes individuais. A prova disso é que apesar do uso compartilhado, os banheiros coletivos são mais fáceis de se manter limpos e organizados, além de reduzir o problema de encontrá-lo ocupado o tempo todo.

A COZINHA PODE SER MAIS ÚTIL QUE O QUARTO: em viagens mais curtas e movidas a muito agito, tenha certeza de que a cozinha pode servir muito mais do que o quarto ideal. Pra quem sai o dia inteiro e só chega de madrugada, há como dormir em qualquer canto na hora do cansaço, enquanto não é nada agradável o uso proibido da cozinha na hora da larica noturna. Deste modo, escolha hostels com acesso liberado na cozinha, e com geladeira e armário para guardar suas provisões.

Pra resumir, é necessário compreender que a concepção dos hostels é diferente de hotéis ou pousadas. A política dos albergues normalmente é de oferecer serviços que integrem as pessoas com outros hóspedes e com as atrações turísticas, em oposição aos hotéis que costumam manter os frequentadores dentro de seus "aposentos".

Hoje, a recomendação é o Vila Madalena Hostel. O estabelecimento na verdade está em Pinheiros, em um ponto de concentração de hostels da região. Mas como fica a cerca de 500 metros dos bares e restaurantes da Vila Madalena, a proximidade e a grande procura pelo bairro fez valer a escolha do nome.

A estadia do blog pra avaliar o lugar rolou em um fim de baixa temporada, mas ainda assim em um período que São Paulo costuma receber muitos viajantes, que é o mês de outubro, quando rolam bienais, shows, Fórmula 1, entre outros eventos.

O público que estava no hostel era composto por muitos gringos (alemães, americanos, espanhóis), atrás da Bienal de Artes ou simplesmente pra conhecer a cidade. Além disso, tinha muita gente de passagem rápida, já que rolaram shows do Kiss, Lady Gaga e Slash na época. Deste jeito foi possível perceber que o rodízio de gente é grande, então é bom antecipar a reserva.

O lugar é todo alternativo, tem uma pegada de arte figurativa misturado com uns lances abstratos na decoração, com uns objetos retrô que remetem ao cotidiano do Brasil (bules, artesanato, ferro de passar, imagens de Nossa Senhora) e pinturas que os próprios hóspedes deixam em algumas paredes depois de passar por lá.

De acordo com sua página na internet, o albergue existe há cerca de quatro anos. "Um dos primeiros hostels de São Paulo. Nos tornamos uma referência com grande reconhecimento em revistas, jornais, televisão e sites de viagem", conforme relata seu site.

A sensação que ficou da galera da recepção foi bem agradável. Ao chegar, tinha esquecido uma toalha e me descolaram uma de prontidão (sem cobrar), além de que não tinha muita noção do que fazer e me repassaram boas dicas tanto no dia quanto à noite. E dos gringos que chegam lá, ninguém passa por apuros, pois a equipe desenrola o inglês fluentemente.

Os dormitórios coletivos são mistos, equipados com beliches, ventiladores e lockers, para quatro, oito ou doze pessoas. A estadia mínima é de quinze noites e há a alternativa do quarto de casal.

A internet é distribuída em duas redes, então o acesso longe dos modems é tranquilo. A sala de TV fica junto da área onde é servido o café da manhã, o que facilita na hora de conhecer gente e trocar ideia com outros hóspedes.

A mesa de sinuca também ajuda na hora de fazer uma social ou simplesmente descontrair, sendo que faz uma enorme diferença em noite de chuva. O hostel não tem bar, mas tem bebida pra comprar, e se você não conseguir chegar até o quarto no fim de noite, há redes penduradas do lado de fora.


Vários banheiros ficam espalhados pelo ambiente, um pra cada pessoa, com chuveiro e lavabo, caso tenha gente que se sinta desconfortável em dividir.

A cozinha fica liberada pra cada um preparar sua refeição no fogão ou microondas, e não é necessário pagar pela água. O café da manhã é bem completo, e quem tiver a mesma sorte vai pegar a mesma salada de frutas e os croissants.

O metrô mais próximo é a Estação Clínicas, um ponto negativo, já que a caminhada é um pouco longa. São cerca de dezoito minutos na ladeira da Rua Teodoro Sampaio, pouco mais de 1 km.

Dos albergues da Vila Madadena, não é o mais próximo. Mas como ele é bem frequentado, ninguém fica sozinho, pois não falta companhia pra sair. E se é mais longe dos bares, ao menos é mais perto de comércio e caixas eletrônicos.

E mesmo com a distância com o metrô e a concorrência perto da badalação, o albergue tem uma fama positiva, com nota de 9.1 (0 a 10) no Booking.com e conceito 91% na classificação do HostelWorld. No TripAdvisor, está classificado na 16ª colocação do ranking de São Paulo (SP) com 81%.

Entre os comentários positivos, a galera frisa bastante a questão da hospitalidade e da forma que foi bem recebido, além do café da manhã e a proximidade com supermercados.

Nas críticas, algumas pessoas questionam o preço, visto como caro para os padrões de albergues, já que há outras opções mais em conta nos arredores.

O valor mais em conta é o dos dormitórios de 12 camas, por R$ 60. Enquanto isso, a estadia nos quartos com 8 camas custa R$ 65, nos de 4 camas sai por R$ 70 e o quarto de casal tem preço de R$ 170.

Compensa para quem quer conhecer gente e busca um hostel com boa reputação, e perto de comércio e facilidades deste tipo. Não, se você não abre mão de ficar bem perto da balada e do metrô.


CAFÉ RIO HOSTEL
O comportado: moderado e bem adequado em todos os aspectos de suas acomodações.
» Bairro e endereço: Laranjeiras / Rua Alice 293
» Site e telefone: caferiohostel.com.br / 2245.6305

Rio

BELLAS ARTES
O eclético: todo alinhadinho, mas com aparência mais solta e à vontade.
» Bairro e endereço: Santa Teresa / Rua Andrés Belo 15
» Site e telefone: bellasartesguesthouse.com / 3734.6147

Rio

CABANACOPA
O clássico: você viaja no tempo com o perfil ancestral e relaxante da decoração.
» Bairro e endereço: Copacabana / Travessa Guimarães Natal 12
» Site e telefone: cabanacopa.com.br / 3988.9912

Rio

BOOKS
O descolado: uma cara jovem, pra quem procura um abrigo mais despreocupado.
» Bairro e endereço: Lapa / Rua Francisco Muratori 10
» Site e telefone: bookshostel.com / 3437.3783

Rio

LEBLON SPOT
O moderno: formas arejadas com elementos leves e contemporâneos.
» Bairro e endereço: Leblon / Rua Dias Ferreira 636
» Site e telefone: leblonspot.com / 2137.0090

Rio