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O Hosteworld é um dos melhores sites pra se fazer reserva de albergue, e a melhor parte são seus reviews que dão uma noção de como é a reputação de cada um.

Logo abaixo, você vai conferir uma lista dos dez melhores albergues do Rio de Janeiro, com as avaliações mais positivas do Hostelworld.

Vale ressaltar que, a pedidos dos leitores, foram descartados os hostels considerados caros na baixa temporada, com diárias acima de 50 reais.

Não se deixe iludir pela localização ou a decoração do hostel, como uma justificativa pra cobrar preços acima do normal fora de temporada.

No Rio, tem bons albergues na Zona Sul, mesmo em Copacabana ou no Leblon, com preço agradável, excelente serviço e bem situado. Confira:

1. Santa Mix Hostel (Santa Teresa): R$43, rating de 94%
2. Lemon Spirit Hostel (Leblon): R$45, rating de 91% (Escolha do Editor)
3. Refúgio Hostel (Laranjeiras): R$30, rating de 91%
4. Walk On The Beach Hostel (Copacabana): R$45, rating de 91%
5. Solar Chacara Hostel (Vidigal): R$45, rating de 91%
6. Che Lagarto (Ipanema): R$38, rating de 89%
7. Mambembe Hostel (Santa Teresa): R$30, rating de 89%
8. Bossa In Rio Hostel (Santa Teresa): R$45, rating de 89%
9. Manga Hostel (Lapa): R$42, rating de 88%
10. Lisetonga Hostel (Leme): R$38, rating de 88%


Pra celebrar os 450 do Rio, ao invés de fazer um A a Z da Cidade Maravilhosa, vou desenrolar aqui uma lista do que eu mais curto na cidade, que é o Maracanã, com o perdão da Lagoa Rodrigo de Freitas e do Parque Lage, que também tem certa preferência. Quando você chega no estádio, sente uma energia diferente, um impacto proporcionado pela beleza, pela imensidão e o peso de sua história, então achei que seria uma justa homenagem ao #Rio450, este abecedário de tudo que você precisa saber antes de visitar o Maracanã:

A de ANTIGA GERAL
A antiga geral era o setor popular do estádio, onde as pessoas viam o jogo de pé. Com as reformas na década de 2000, a geral virou o setor das cadeiras inferiores, que agora é o mais caro.

B de BODE CHEIROSO
O Bar Macaense, conhecido como Bode Cheiroso, é um legítimo boteco "copo sujo" (no bom sentido), a 15 minutos (1,9 km) do Maraca. Tem cerveja gelada, caldo de mocotó e sardinha com legumes.

C de COPA DO MUNDO
O estádio foi sede das Copas de 1950 e 2014, sempre recebendo a final. Em 1950, recorde de público, com o registro de 199.854 torcedores, mas relatos garantem que passava de 200 mil.






D de DINAMITE
Ídolo do Vasco e maior goleador do Brasileirão, Roberto Dinamite é o centroavante que mais balançou as redes, com 196 gols. Já na lista de todos os jogadores, Dinamite é o vice-artilheiro.



E de ESTÁTUA DO BELLINI
Situada em frente à rampa do Setor Leste, onde cruza a Avenida Maracanã, a Estátua do Bellini é o principal ponto de referência do estádio. A escultura é de 1960, obra de Matheus Fernandes.

F de FLA-FLU
Disputado 233 vezes no Maracanã, o Fla-Flu é o mais recordado dos 6 maiores clássicos do RJ, pelas cores, pela história, pelas crônicas e por ser sinônimo de rivalidade até em dicionário.

G de GARRINCHA
Na era do "preto e branco", nada foi mais emblemático que os dribles de Garrincha. Para muitos, o maior depois de Pelé, Mané fez do Botafogo, o maior time do RJ na década de 60.






H de HÉLIO GRACIE
Bem antes do UFC, o mestre Hélio Gracie encarou dois judocas no Maracanã, 30 kg mais pesados. Foi na década de 50, que ele confirmou seu ímpeto destemido e as virtudes do jiu-jitsu brasileiro.

I de INVASÃO CORINTIANA
A torcida do Timão invadiu o Maraca no Brasileiro de 1976, com 70 mil corintianos em um público de 146.043, e no Mundial de Clubes de 2000, com 30 mil corintianos no meio de 73 mil pessoas.

J de JOÃO PAULO II
Pontífice da Igreja Católica entre 1978 e 2005, o Papa João Paulo II realizou duas missas campais no Maracanã, durantes suas visitas ao Brasil nos anos de 1985 e 1990.

K de KISS
No dia 18 de junho de 1983, o KISS reuniu 250 mil espectadores na turnê Creatures of the Night, registrando o maior público em shows, tanto da história do Maracanã quanto da história do KISS.

L de LÍNGUA TUPI
A palavra Maracanã tem origem da língua tupi-guarani e quer dizer “semelhante a um chocalho”, xará do maracanã-guaçu, pássaro que antes rondava o local fazendo sons parecidos com de um chocalho.




M de MÁRIO FILHO
Escritor e jornalista, o flamenguista Mário Filho deu nome ao estádio por sua forte ligação e apoio ao projeto no fim da década de 1940. Célebre nas palavras, criou o termo Fla-Flu, em 1933.

“O Fla-Flu é um jogo para sempre, não é um jogo para um século, um século é muito pouco para a sede e a fome do Fla-Flu", Mário Filho (1908-1966).

N de NELSON RODRIGUES
Uma das maiores referências na dramaturgia brasileira, o tricolor Nelson Rodrigues revolucionou a forma de falar de futebol e do Maracanã na crônica esportiva, sendo citado até hoje.

“O Fla-Flu não tem começo. O Fla-Flu não tem fim. O Fla-Flu começou quarenta minutos antes do nada. E aí então as multidões despertaram”, Nelson Rodrigues (1912-1980).

O de OBRAS
Segundo O Globo, a obra inicial custou R$ 235,5 milhões, em valor corrigido. A reforma para o Mundial de 2000 saiu por R$ 106 milhões (cálculo inicial: R$ 52 milhões) e para o Pan de 2007 ficou por R$ 304 milhões (cálculo inicial: R$ 67 milhões). Pra fechar, a obra pra Copa de 2014, com custo inicial de R$ 705 milhões, mas que no fim beirou R$ 1,5 bilhão.



P de PELÉ
Maior jogador de todos os tempos, o Rei Pelé fez lotar o Maracanã com seu Santos muitas vezes. Entre os feitos mais marcantes, os cariocas viram Pelé ser campeão mundial pelo Peixe em 1962 e o seu famoso milésimo gol, em 1969.

Q de QUARENTINHA
No embalo do Botafogo da década de 60, Quarentinha usou a sua forte canhota diversas vezes, entre seus 95 gols que o fizeram maior artilheiro alvinegro no estádio.

R de ROMÁRIO
Neste terreno, a grande área teve um só dono: Romário. Quem viveu a década de 90, não esquece da atuação histórica do Baixinho contra o Uruguai, nas Eliminatórias, quando levou o Brasil para a Copa do Tetra. Jogando pela Seleção e por Flamengo, Fluminense e Vasco, marcou 180 gols neste campo.

S de SINATRA
Se hoje grandes bandas e artistas tocam no Maracanã, agradeçam a Frank Sinatra. Um dos maiores intérpretes da história, Sinatra cantou para 175 mil pessoas em janeiro de 1980, superando a falta de estrutura e abrindo as portas para outros grandes shows no Brasil.




T de TOUR
O Tour do Maracanã é feito todos os dias, de 9 às 17 horas, durando uma hora. Recomendo o tour sem guia, que é mais barato e você pode ficar avistando o gramado por mais tempo. O tour sem guia custa R$ 24, a inteira, e R$ 12, a meia, entre segundas e quintas, e R$ 30, a inteira, e R$ 15, a meia, nos outros dias.

U de UERJ
A Universidade do Estado do RJ é uma mais conceituadas do Brasil, e tem seu campus principal do lado do Maracanã, de onde é possível ter uma vista bacana do estádio.

V de VOZ
Desde o sistema de som, com o saudoso locutor Victório Gutemberg Volpato avisando que "a Suderj informa", até os bordões do radialista Waldir Amaral, dizendo que "o relógio marca", o Maracanã teve várias vozes marcantes que ecoavam ao lado dos cantos das torcidas. Não posso deixar de falar também do meu ídolo José Carlos Araújo e o famoso "apite comigo galera".

W de WALDO
Nenhum outro craque tricolor concluiu mais vezes que Waldo no Maracanã, com um total de 94 gols. Conhecido por sua velocidade e por ser bom de cabeça, Waldo também é o maior artilheiro do Flu, com 319 gols.



X de XUXU
Não disputaram Copa, não ganharam Bola de Ouro, mas fizeram história no Maraca. Falo dos jogadores folclóricos, que merecem uma menção honrosa, como é o caso de Iranildo Xuxu, Super Ézio, Cocada, Fio Maravilha, Odvan, Jacozinho, Quiñónez, Afonsinho, Paulo Borges, Perivaldo, Beto Cachaça, Valdir Bigode, Cafuringa, Obina, Paulinho Criciúma, Bujica, Mauricinho, Dimba, entre outros que trazem aquela nostalgia bacana.

Y de YOU COULD BE MINE
Em 1991, o Guns N' Roses lançou a turnê Use Your Illusion no Rock In Rio 2, pra 180 mil pessoas, com setlist inédito que incluía You Could Be Mine, trilha do filme Exterminador do Futuro 2.

Z de ZICO
Rei do Maraca, Zico brilhou com a camisa 10 do Flamengo e se tornou artilheiro do estádio com 333 gols, a maior parte deles agraciados por seus "reflexos lúcidos, dribles desconcertantes e chutes maliciosos", como descreve a canção "Camisa Dez da Gávea" do mestre Jorge Benjor.

No meio dos diferentes modos do brasileiro falar, os sotaques da Região Sudeste são os mais fáceis de identificar e aqueles que mais mudam de um estado pra outro, com exceção do ES, que eu vou explicar no fim.

Quando você ouve um mineiro, carioca ou paulista falando, já saca de primeira quem é quem. E eu fui perceber isso nas primeiras vezes que fui pra fora do sudeste, seja no nordeste e ou no sul.

Viajando, você confunde sotaque de baiano e cearense, vê uma jeito parecido entre gaúcho e catarinense... Porque eles misturam vocabulário, muitos trejeitos são os mesmos, e até a levada das palavras, coisa que não rola no sudeste, onde acontecem algumas particularidades de cada região.




Como uma vez em que fui pro Rio, e como tem muito gringo por lá agora, galera fala tudo em inglês... Eu chegando no meio de uma roda de conversa num bar, ouço a menina dizer "Why?"... E penso: "Ela disse 'why'? Ou eu ouvi mesmo um 'UAI'?!". Falei com a menina, ela caiu na gargalhada e confirmou ser mineira, além do orgulho do "uai". E ela tinha um inglês perfeito, mas foi impossível não perceber o sotaque.

Assim como o "qual é?" (no Whatsapp vira "koeh") do carioca ou o "firrrmeza" do paulistano, o "uai" mineiro é inconfundível. E além de ser o mais gostoso de se ouvir e falar, o vocabulário mineiro é o mais criativo, com alguns termos que só mineiro entende, como é o caso do "trem".

"Trem" é meio que um sinônimo de "coisa" em MG, ou seja, tudo é "trem", inclusive dentro do trem. Uma vez esperando o trem partir em BH, ouvi o camarada carregar uma mala cheia e dizer: "esse trem tá pesado!". Brinquei na hora: "peraí!? Mas qual 'trem' tá pesado? É a mala ou o trem??!"... E essa aí até dava pra entender, mas o difícil é entender o que é "marrado no toco", "biboca" ou "tô na rôia"...



Em algumas viagens, também percebo um lance legal que rola em carioca e o paulista da capital, chamado de paulistano. O pessoal de SP e do RJ não percebe que tem sotaque.

Já cheguei uma vez em um hostel de Salvador, e começando a conversar com uma menina, pergunto: "você é paulistana?". Ela não entendeu como eu percebi, e disse que sentia não ter sotaque.

Pois bem, expliquei que já tinha matado a charada quando ela disse "meeeooo" (meu), mas tem uma peculiaridade do sotaque paulistano que é a ênfase nas vogais "E" e "O", e nas consoantes "N" e "T" (além de puxar um pouco o "R"). Dá pra perceber bem quando falam em gerúndio, tipo "entendêndo", "atendêndo"...

E esse jeito de paulistano falar é bem interessante, porque é quase que uma viagem pra Itália ou um mergulho na história, no período em que a cidade recebeu muitos imigrantes. Essa ênfase que eu falei, você escuta quando um italiano fala. É "caspiTa", "malÊdÊTo", "ma cÔmÔ", "bÔm giÔÔÔRRno. O clássico "meeeooo" é muito Itália.




Agora, também é compreensível o paulistano ou o carioca não perceber que tem sotaque, porque as gírias de São Paulo ou do Rio são muito difundidas. Brasil afora, muita gente já incorporou o "mano", o "se pá" ou o "sussa" de Sampa, e também o "manero", "saquei" e o "boto fé" do carioca... Mas ainda assim, a entonação nas duas cidades é quase que única.

Mas digo a vocês também, que se tem uma gíria carioca que é só carioca, é o tal do "maluco". Certa vez, tava em um bar no Largo da Ordem com um carioca, lá em Curitiba, e ele comenta de um "maluco" gritando na rua. O cara tinha pinta de maluco mesmo, gritando pro nada: "Joãããooo, cadê vocêêêê?". Mas aí, o carioca chama o garçom "ô maluco!", me chama de "maluco", chama o taxista de "maluco", e aí um uruguaio quis entender qual era do "maluco", e o carioca explicou que "maluco" era gíria para "cara", "camarada", e por aí vai.

E pra mim, essa é a grande vantagem do carioquês, que o carioca fala sem frescura e sem medo de ser politicamente incorreto. E o melhor, por não ter frescura, carioca fala palavrão pra c******, levando numa boa. Já vi tiazinha chique de Copacabana falando no supermercado "me dá aqui essa bu****", sem a menor encanação ou sem a intenção de ser mal educada...



Mas quanto ao capixaba... É uma verdadeira incógnita. Eu sou capixaba, e já me disseram que eu falo "cantando igual baiano" (né, Sarah?), que eu falo "igual carioca mas sem puxar o esse", e um brother meu do Rio, me disse que eu sou um "carioca caipira" (?!).

Uma vez, uma tiazinha do interior de Minas falou que sotaque de capixaba era bonito, "porque parece com sotaque de novela". Uma observação bem curiosa, porque na televisão ninguém tem sotaque, e é o que mais dizem de capixaba: "capixaba não tem sotaque".

No entanto, conversando com um professor de português uma vez, ele explicava que "não é que capixaba não tem sotaque, mas é que rola um sotaque parecido com o de Brasília", ou seja, é uma cidade no meio do Brasil, que recebeu muita gente de fora, misturou tudo e hoje parece que não tem sotaque.

É tanto, que na BA se fala "arroz e fêjão" e no RJ se pronuncia "arroiz e feijão", e como o capixaba tá no meio dos dois, Vitória juntou tudo e na cidade se fala "arroiz e fêjão".

O que tem de mais marcante entre os capixabas são as gírias. Por receber muita gente de outros estados, o bacana é que o ES é uma verdadeira feira livre de gírias, onde você de repente você ouve alguém falando um "da hora" paulistano, um "eita porra" baiano ou um "guri" do RS, e nem sabe de onde aquilo surgiu. O capixaba incorpora tanta gíria, que palavras como "pocar", "massa véi", "moqueca", "gastura", você ouve pelo Nordeste, mas lá mesmo as pessoas já entendem como gíria capixaba.

Mas tirando por um panorama geral, essa parada de sotaque serve pra ver como que o Brasil pode ser tão diferente, em um raio de 200 metros. Não só no vocabulário, mas no comportamento, modo de se vestir, modo de encarar a vida, culinária... E por aí, a gente entende que esse papo de "o brasileiro é muito 'isso'" ou "o brasileiro é muito 'aquilo'", não tem nada a ver... Pois, se querer criar rótulos ou esterótipos pra pessoas já é um negócio ultrapassado, fica ainda mais tosco em país de dimensões continentais e com tantas diferenças.

Pra fechar, segue aí um glossário das gírias que foram citadas no texto:

VOCABULÁRIO CAPIXABA:
GASTURA = agonia ou aflição com algo irritante, como um arrastar um giz no quadro-negro ou colocar o dedo na pupila.
MASSA VÉI = uma situação ou coisa legal, bacana...
MOQUECA = peixada. Moqueca é algo que parece comum no vocabulário brasileiro, mas tem lugar na Região Sul que as pessoas só entendem peixada.
POCAR = algo como "mandar muito bem", arrebentar, arrasar. Tem origem da palavra "espocar", aí vale também como estourar.

VOCABULÁRIO CARIOCA:
BOTO FÉ = quer dizer "ah, sim! entendi" ou "concordo contigo".
MALUCO = um sujeito qualquer, cara, amigo.
MANERO = mesma coisa do "massa véi" do capixaba.
QUAL É? = algo como "tudo bem contigo?" ou "como vai você?", tipo um "what's up", em inglês.
SAQUEI = "entendi".

VOCABULÁRIO MINEIRO:
BIBOCA = um lugar muito distante e mal habitado, equivale a um "quinto dos infernos", ou "onde Judas perdeu as botas".
MARRADO NO TOCO = equivale a "estou em um beco sem saída" ou "de mãos atadas".
TÔ NA RÔIA = muito ocupado ou em uma situação complicada.
TREM = um objeto ou coisa qualquer.
UAI = tem vários significados. Por expressar "mas é claro", "não me diga?", uma simples exclamação, dúvida em uma resposta, pra concordar com algo, depende do contexto do diálogo.

VOCABULÁRIO PAULISTA:
FIRMEZA (MANO)? = a mesma coisa do "qual é" carioca, "tudo bem contigo?", "como vai você?"...
MANO = quer dizer cara, camarada, amigo...
MÊO (MEU) = a mesma coisa de "mano".
SE PÁ = equivale a algo como "de repente" ou "se der bobeira".

Com mais de trinta anos de funcionamento, o metrô do Rio de Janeiro é administrado pela companhia MetroRio, apresentando uma malha de 41 quilômetros. Pra fins de comparação, São Paulo tem 78 quilômetros (67 estações) e quarenta anos de uso, e o de Londres entrou em operação em 1863, hoje com 408 quilômetros (270 estações), sendo o mais extenso e antigo do muito.

No Rio, são 36 estações divididas entre as linhas 1 e 2, além da integração com as linhas de ônibus (Integração Expressa, Intermunicipal, Metrô na Superfície e Barra Expresso) e de trem (SuperVia). Uma curiosidade do sistema integrado é o ônibus Metrô na Superfície, que atende Leblon e Gávea, e volta e meia gera confusão com os viajantes que acham que é o metrô mesmo, ou algum VLT, TRAM...


A passagem do Cartão Unitário custa R$ 3,70 (isso na última vez que esse post foi atualizado), e o horário de funcionamento é de 5hs até 0hs, de segunda a sábado, ou de 7hs até 23hs, aos domingos e feriados. Mas ainda sobre o preço, em outra comparação, o valor do metrô de São Paulo é de R$ 3,50. Talvez as Olimpíadas e a constante chegada de gringos mantenham o valor do Rio acima de Sampa.

Pra quem quiser rodar pela cidade mais de uma vez, a melhor opção é usar o Bilhete Único Pré-Pago. Existe o RioCard recarregável, mas esse é meio chato pra comprar, exige CPF e tal, enquanto o Bilhete Único Pré-Pago você compra um cartão com R$20, R$40 ou R$60 de crédito


Agora, sobre a existência de um cartão pré-pago, pra rodar de metrô múltiplas vezes, a Prefeitura do Rio e o MetroRio toda hora fazem uma mudança, e aí tenho que atualizar esse post. Antes tinha um bilhete único sem recarga, mas agora (última atualização em 2015) não tem mais e se utiliza um pré-pago recarregável, que é vendido nas estações Central, Carioca, Largo do Machado, Maracanã, Pavuna, Saens Peña e Siqueira Campos. Já pra recarregar tem máquinas, as chamadas máquinas ATM, nos guichês de atendimento de todas as estações.

Além do preço e dessas mudanças constantes, uma reclamação é a falta de educação no horário do rush, quando está mais cheio, sobretudo por não ter um cuidado com mulheres, idosos e gestantes. Por causa disso, existe até um metrô cor de rosa, que funciona nessas horas de rush, unicamente para conduzir mulheres.


Outra reclamação são as obras das Linhas 3 e 4, consideradas intermináveis. A Linha 3, ligaria São Gonçalo e Niterói, mas parece que o governo só terá "condições de fazer a linha 3 se tiver financiamento do Governo Federal", ou seja... E a Linha 4, vai ser essencial para as Olimpíadas, pois seguirá até a Barra da Tijuca, o que obriga a acelerarem as obras.

Agora, pra quem surfa ou tem vontade de andar de bike no Rio, depois das nove da noite e em fim de semana, as estações e o Metrô de Superfície libera a entrada com o camelinho ou a prancha de surfe.


Pra finalizar, logo abaixo, um mapa do metrô para vocês salvarem. Cliquem na imagem para ampliá-la.

CAFÉ RIO HOSTEL
O comportado: moderado e bem adequado em todos os aspectos de suas acomodações.
» Bairro e endereço: Laranjeiras / Rua Alice 293
» Site e telefone: caferiohostel.com.br / 2245.6305

Rio

BELLAS ARTES
O eclético: todo alinhadinho, mas com aparência mais solta e à vontade.
» Bairro e endereço: Santa Teresa / Rua Andrés Belo 15
» Site e telefone: bellasartesguesthouse.com / 3734.6147

Rio

CABANACOPA
O clássico: você viaja no tempo com o perfil ancestral e relaxante da decoração.
» Bairro e endereço: Copacabana / Travessa Guimarães Natal 12
» Site e telefone: cabanacopa.com.br / 3988.9912

Rio

BOOKS
O descolado: uma cara jovem, pra quem procura um abrigo mais despreocupado.
» Bairro e endereço: Lapa / Rua Francisco Muratori 10
» Site e telefone: bookshostel.com / 3437.3783

Rio

LEBLON SPOT
O moderno: formas arejadas com elementos leves e contemporâneos.
» Bairro e endereço: Leblon / Rua Dias Ferreira 636
» Site e telefone: leblonspot.com / 2137.0090

Rio
Difícil escrever um post sobre esportes no Rio e focar em apenas uma modalidade. Por isso, selecionamos dicas de 5 esportes diferentes pra praticar na Cidade Maravilhosa.

WAKEBOARD, LAGOA:
A Lagoa Rodrigo de Freitas é perfeita para deslizar sobre as marolas. Não é por menos que já sediou várias etapas do Mundial de Wake. E se você é estreante, pode arriscar o wakeboard numa boa. É o esporte de prancha mais tranquilo pra se equilibrar na primeira tentativa. O local possui algumas wake schools, escolas de wakeboard voltadas para todos os níveis.


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MERGULHO, CAGARRAS:
O local mais procurado é Arquipélago de Cagarras, situado a cerca de 5 km da praia de Ipanema. O trajeto é feito de barco até o ponto de mergulho. Há um grande conjunto de espécies marítimas em mares cariocas. Peixes, crustáceos, moluscos e golfinhos, só para citar uma pequena parte. É necessário um mergulho individual acompanhado com instrutor para a iniciação, o chamado mergulho de batismo.

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VOO LIVRE, PEDRA BONITA:
O salto na rampa da Pedra Bonita proporciona magníficas vistas do mar e da Floresta da Tijuca. Se você quiser voar, busque instrutores especializados na praia do Pepino. Deixe de lado o medo de altura e experimente, pois o voo duplo é bem seguro, rápido (dura em torno de 10 minutos) e a sensação é indescritível.


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KITESURF, BARRA DA TIJUCA:
O vento que sopra na Praia do Pepê se ajusta de maneira exata às condições da prática desse esporte. É um pouco mais complexo, pois além de conseguir ficar de pé na prancha, você deve obter algumas noções de vento e de clima pra poder conduzir o kite (a pipa). Mas você aprende tudo nas aulas ministradas no local.

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SURFE, GRUMARI:
Este refúgio selvagem da metrópole carioca fica situado na zona oeste (50 km do Centro) da cidade. Suas fortes ondas conquistam a atenção dos surfistas, podendo atingir até 4 metros conforme a maré. A Área de Preservação Ambiental resguarda o ecossistema da região, o que torna o espaço favorável não só para o surfe, mas também pro trekking e pra escalada.


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