Mostrando postagens com marcador tour fotográfico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tour fotográfico. Mostrar todas as postagens
Pra perceber as diferenças entre uma cidade e outra de uma mesma região ou um mesmo país, um tour fotográfico pode dizer muitas coisas, e existe uma tag no Instagram chamada #roundseries que traduz isso muito bem. Com essa tag, as pessoas postam fotos de formas circulares, e é incrível quando você vê que uma forma tão simples como um círculo pode ser preenchida de tantas heranças culturais.

Sendo assim, vou repassar nesse post como Barcelona e Madri podem se divergir em pequenos detalhes que eu pude encontrar quando circulei pelas duas cidades. Como tirei muitas fotos nesse estilo #roundseries, vou dividir este post em mais de uma parte, dando o ponto de partida com as praças, as ruas, os mercados, a gastronomia e os meios de transporte. Fiquem atentos ao blog para ler o restante!




Vamo começar com esses dois prints que tirei no Google Maps, da Plaça de Catalunya, em Barcelona, e da Plaza de Cibeles, em Madri, interseção entre as principais vias das duas cidades, e pontos de celebração de títulos do F.C. Barcelona e do Real Madrid.

Mais simétrica, a Plaza de Cibeles tem a cara da Madri imperial, onde rola um estilo eclético, cores em tom pastel e uma fonte centralizada da deusa grega da fertilidade, Cibeles.


Já a Plaça de Catalunya tem mais a ver com a expansão da cultura catalã. Foi feita tipo como um símbolo das províncias da Catalunha, com as cores vivas do modernismo catalão, e um conjunto de fontes e 28 esculturas, bem na vibe de Barcelona, onde você não precisa entrar em um museu pra ver arte.



Ao Prestar atenção nas calçadas de Madri, não saquei nenhum desenho ou estilo marcante em sua pavimentação. A não por estes tampões de poço com cara de biscoito Negresco, feitas de ferro fundido. Se quiser fotografar, pergunte por "las tapas de registro".


Em Barcelona, o pavimento mais notável fica na região do Passeig de Gràcia, que exibem traços das referências modernistas aplicadas pelo arquiteto Gaudí, com ornamentos florais que você pode ver aí na foto que eu tirei.



Um lugar que quase ninguém indica em Madri é o Mercado de San Miguel, no bairro de Plaza Mayor, que é irado pra quem se liga em gastronomia. A foto é de um detalhe da armação metálica de 1916 do lugar, que tem um visual que lembra uma estação de trem, bem bonito. Dá um confere no blog Viajar Bem e Barato, que foi lá que eu descobri o mercado.

Em Barcelona, o Mercat de Sant Josep (São José) tem mais pinta de mercado que o de San Miguel, com um galpão de pé direito bem elevado. Também conhecido como La Boqueria, o mercado foi inaugurado em 1840, e minha principal referência quando estava em Barcelona foi este post do Passaporte BCN, blog mais completo que vocês podem achar sobre a cidade.




E já que eu falei de comida, no Foodspoting, Yelp ou outros apps com dicas de refeição, Patatas Bravas é um dos pratos mais recomendados em Madri. São batatas fritas em cubo, sempre servidas ao molho picante, com o adicional do tempero de alho e óleo na variação "alioli".

Seguindo a onda do Mar Mediterrâneo, a Catalunha tem vocação pra gastronomia de frutos do mar, que influencia a típica paella. Enquanto a paella original de Valência leva carne de aves ou de coelho, a paella catalana (ou marinera) é feita com mariscos, camarões e polvo, além de arroz e legumes, sempre presentes nas duas variações do prato.




Que tal uma cervejinha pra acompanhar? E se estiver Madri, descarte as fraquíssimas Cruzcampo ou Cibeles, e opte pela Mahou Cinco Estrellas, uma lager leve e pouco encorpada, mas com um pouco mais de aroma que as outras e que favorece o paladar.

Em Barcelona, entram na lista de dispensa a San Miguel e a Moritz, ao contrário da Estrella Damm, uma lager de malte e arroz que supera a Mahou tranquilamente, além de ser a que mais impressiona entre as brejas espanholas. A razão? O aroma do malte, a cor dourada, o amargor do lúpulo dosado no ponto certo, caindo bem com qualquer refeição, gostosa mesmo quando esquenta um pouco. Pra ter uma noção, a Estrella Damm se aproxima mais da Heineken, enquanto a Mahou tá mais pra uma Sub Zero melhorada.




Variando um pouco as bebidas, vamos aos drinks, começando com a sangria, típica em Madri. A sangria madrilenha mistura vinho tinto, limão, pêssego, soda, açúcar e gelo.

Por sua vez, a moda em Barcelona é misturar bebida com Coca-Cola, seja a tradicional cubalibre, com rum, Coca, limão e gelo, ou calimocho, com vinho e Coca, que uns amigos fãs de vinho chamaram de heresia. A galera também chama a cubalibre de cubata, e tem as variações: cubata de vodka, cubata de whiskey...



Essa foto de cima com a letra C invertida, é o logotipo da Cercanías Renfe, serviço de trens interurbanos atendido pela Renfe Operadora, que circula por Madri e pela região metropolitana ao redor da cidade. Em Barcelona, o serviço ferroviário interurbano é conhecido como Rodalies de Catalunya, fornecido pela Ferrocarriles de la Generalidad de Cataluña (FGC).

Do lado direito, é o logo da Transports Metropolitans de Barcelona (TMB), empresa que cuida da rede metroviária, integrando os serviços de metrô, ônibus e funiculares. Em Madri, o mesmo serviço é organizado pelo Consorcio Regional de Transportes de Madrid (CRTM), que integra metrô, ônibus e VLT.
Se você tá começando a fotografar, uma boa leitura é o blog "Cliques" da Anna Laura Wolff, da Viagem & Turismo. Traz boas dicas pra iniciantes, e dois artigos dela me inspiraram a fazer esse post sobre acessórios essenciais pra tirar foto com o celular.


Um foi o texto "Fotografo, logo existo", da Viagem & Turismo de março (ainda tem nas bancas), e o outro é o "Kit de sobrevivência fotográfica para viagens", em um post neste link. Os dois textos me trouxeram a ideia de reunir algumas dicas que volta e meia repasso a amigos ou leitores do blog, quando me pedem ajuda pra tirar fotos com celular.

Como as fotos com smartphones tem englobado um monte de aparelhos que dão um up e deixam as imagens de celular cada vez mais profissionais, segue aí uma lista de equipamentos pra garantir fotografias de qualidade, começando a falar, é claro, sobre o celular:




smartphone samsung

O CELULAR: em termos de marca, pelo que eu já vi em testes de sites de tecnologia, Sony, Nokia, Samsung e Apple são as fabricantes que oferecem os melhores sensores. Só que, pra não ter decepção, a dica é que o celular tenha resolução de 8 MP no mínimo, autofoco e estabilização óptica de imagem, sendo estes dois últimos itens que garantem a redução de boa parte de ruídos ou fotos embaçadas. Quanto aos modelos mais avançados, no quesito câmera, anotem aí: Nokia Lumia 1020, Sony Xperia Z3 e Samsung Galaxy K Zoom.

[LEIA: SAMSUNG GALAXY K ZOOM X NOKIA LUMIA 1020: QUAL É O MELHOR CAMERAPHONE?]

Em um segundo ponto, vamos pensar nos itens indispensáveis, para tirar fotos em um nível mais perto do profissional, sem tremer, sem desfocar e com longo alcance ao ampliar o quadro. Para isso, nós temos:

LENTE COM ZOOM EXTERNO: por melhor que seja a câmera do smartphone, o zoom digital ainda é um ponto fraco perto de uma câmera profissional. Então pra expandir bem o campo de imagem, tem que ter uma lente separada, uma objetiva telescópica pra encaixar direto no smartphone, com zoom óptico externo que permite regular o foco manualmente e amplia a imagem de 8x a 12x. Custa entre 50 e 80 reais.

CONJUNTO DE LENTES 3 EM 1: e pra dar aquele efeito meio esférico, de uma lente fish-eye (olho de peixe), ou pra pegar a imagem naquele plano esticado, em um widescreen panorâmico com proporção de 16:9, existe um conjunto de lentes 3 em 1 que você compra e vai trocando sobre a câmera do smartphone, de acordo com o efeito que você quer dar. O conjunto normalmente vem uma lente macro lupa (desnecessária se você tiver o zoom externo), uma olho de peixe, uma lente wide e o suporte em grampo pra adaptar no celular. Sai entre 20 e 30 reais.

TRIPÉ: pra capturar uma imagem de um ponto fixo, evitando qualquer tremor, seja para uma panorâmica em 360 graus ou uma longa sequência em time-lapse, existem suportes em tripés exclusivos para smartphones. Basta procurar um tripé universal para smartphone no Mercado Livre ou no DX.com, que vocês encontram em uma faixa de preço entre 16 e 30 reais. O melhor é um flexível, que permite enrolar o tripé ou posicionar na posição que achar melhor, além de ter pontas com ventosas pra fixar o tripé na parede.

Lente telescópica universal com zoom de 8x, à venda no Deal Extreme

Um vídeo publicado por @melhorsmartphone em

Tripé flexível para smartphone do Deal Extreme

Um vídeo publicado por @melhorsmartphone em







Agora, se sua vontade é fazer fotos especiais, que ficam limitadas à alguma condição física, tipo mergulhar debaixo d'água, ter que lidar com a escuridão da noite, a ausência de luz, ou não poder esticar o braço pra fotografar, eu sugiro esses três acessórios:

FLASH EXTERNO: os smartphones evoluíram muito na compensação de luz e com flashs Xenon, mas um flash externo convém bastante pra fazer uma luz rebatida e/ou mudar a direção da sombra. Uma opção é o Nova, um flash externo com 40 LEDs atrás de um painel, com energia o suficiente pra 150 disparos, tudo através de Bluetooth ou wireless. Outra alternativa é o iBlazr, com 4 LEDs, e 40 minutos de carga no nível máxima e de 3 horas no modo de economia de energia. Ao comparar os dois, o Nova leva vantagem por poder utilizá-lo separadamente do aparelho, como nas imagens abaixo. Infelizmente, pra comprar um dos dois tem que ser na gringa. O Nova custa 59 dólares e o iBlazr sai por 39 dólares.

Nova, flash externo com 40 LEDs, ligado via Bluetooth ou wireless, útil por poder rebater a luz

Uma foto publicada por @melhorsmartphone em

Flash externo iBlazr funciona engatado no iPhone

Um vídeo publicado por @melhorsmartphone em


CASE À PROVA D'ÁGUA: ainda não são todos os smartphones que tem superfície impermeável, ou que possam mergulhar a fundo na água, então pra isso vem a calhar os cases impermeáveis, que traz uma capa protetora transparente com capacidade pra seguir funcionando em profundidades de 3 até 6 metros. Mas como é difícil achar pra outras marcas que não sejam Samsung e Apple, a dica é o case em forma de bolsa impermeável nesse link.

PAU/BASTÃO DE SELFIE: o bastão que antes era exclusividade da GoPro, hoje tem sua versão pra smartphone, que serve pra pegar um ângulo mais distante ou um plano com um enquadramento maior, em ocasiões que você não pode esticar o braço. E embora a procura seja grande, ainda dá pra achar pela internet, entre 15 e 50 reais.

Case à prova d'água para iPhone

Um vídeo publicado por @melhorsmartphone em

Boa utilidade pra um bastão de selfie

Um vídeo publicado por @melhorsmartphone em





Encerrando, fica a dica de alguns itens adicionais, que podem não ser primordiais, mas são bacanas pra se ter em mãos:

FILTROS ANALÓGICOS: o disco de lentes conhecido como Holga permite fazer umas fotos capturadas sob efeitos ou molduras em fantasia, como as lentes com formato em desenho, filtros coloridos ou moldura de coração. Dá um efeito original, comparado aos aplicativos que fazem essa função. O case com o disco de lentes serve pra Android ou iOS, e o preço é em média de 30 reais.

ALÇA PARA TRANSPORTE DE CÂMERA: pra não deixar o smartphone cair com um esbarrão ou até pra evitar que tomem o aparelho da sua mão, uma solução simples é a alça pra transporte de câmera, dessas utilizadas em pequenas câmeras digitais portáteis. Normalmente, você amarra em um encaixe feito pra isso, na parte de baixo do celular. Custa em torno de 18 reais.

Case com filtros analógicos Holga

Um vídeo publicado por @melhorsmartphone em

Alça para transporte de câmera digital

Uma foto publicada por @melhorsmartphone em


IMPRESSORAS PORTÁTEIS: e daqueles itens que deixam a pergunta "porquê não pensaram nisso antes?", as impressoras portáteis pra smartphone tão matando a saudade das Polaroids clássicas. Pra imprimir, uma opção é a impressora oficial da Polaroid, a Polaroid PoGo, que via Bluetooth reproduz fotos pequenas em papel especial de 2" x 3", 60 segundos depois de enviar acionar a impressão. A concorrente é a Prynt, que é melhor por ser um case acoplado ao celular, por tirar fotos do tamanho do smartphone, via Bluetooth ou wi-fi, e por oferecer preço um pouco mais em conta. No site pryntcases.com, a Prynt é vendida por 129 dólares e a PoGo sai por 150 dólares.

Polaroid PoGo, impressora portátil oficial da Polaroid

Um vídeo publicado por @melhorsmartphone em

Prynt é um case que permite imprimir fotos direto do smartphone, lembrando antigas câmeras Polaroids

Um vídeo publicado por @melhorsmartphone em



Onde comprar, as configurações técnicas, preço, e tudo que você pode obter de informações antes de adquirir a câmera de ação GoPro, no modelo HERO3+ Black Edition. Leia logo abaixo:




QUANDO FOI LANÇADA? A HERO3+ Black Edition surgiu em outubro de 2013. Seu modelo antecessor é a GoPro HERO3.

ESPECIFICAÇÕES:
Resolução: 12 megapixels;
Proporção das fotos: 3.840 × 2.160 pixels (Ultra HD/4K);
Proporção dos vídeos: 3.840 × 2.160 pixels (Ultra HD/4K);
Lente: f/2.8 de seis elementos;
Velocidade do Obturador: 1/2000;
Alcance do Foco: 30cm~infinito;
Tecnologia: bateria recarregável, microSD de até 64GB e acesso à wi-fi.


#BLZ? Nitidez das fotos e vídeos é incomparável; modos de disparo versáteis; modos de captura com resolução em Ultra HD; acessórios pra suporte muito úteis; caixinha à prova d'água é bastante resistente; tamanho pequeno, muito tranquila de carregar; altas taxas de quadros de resolução HD padrão; aumento de 30% na bateria comparada à carga da versão anterior.

#SQN? não deixe de ter cuidado com as pequenas peças, são fáceis de perder; no modo de vídeo em 4K (Ultra HD), o ritmo é meio lento, com velocidade de apenas 15 quadros por segundo (fps); microfone externo exige adaptador USB; vida útil da bateria ainda é um pouco curta; mau desempenho em ambientes escuros.


QUANTO CUSTA?
O custo varia entre 1.805 reais e 2.499 reais. Vale bastante o investimento, sobretudo se você quer fazer selfies com fotos de ação. E é provável que a fabricante lance um novo modelo até o fim deste ano, o que deve resultar em uma queda considerável no preço.

ONDE COMPRAR?
Pra não ter problema com atendimento, pagamento e entrega, as melhores opções são as lojas virtuais, como Saraiva, Shoptime ou Submarino, e as lojas esportivas como Centauro e Netshoes.

Não recomendamos comprar nestas importadoras desconhecidas ou grandes redes varejistas, que costumam dar enormes dores de cabeça por conta de problemas de estoque ou descumprimento de prazo.

Ainda não deu pra completar o mapa de todos os lugares pra ir em Florianópolis (SC), nem tirar foto de tudo, já que às vezes a gente dá o azar de um dia de chuva, mas preparei uma lista aqui que dez lugares pra ir sem decepção, pegar alguma atividade bacana pra passar o tempo e capturar aquele registro de um ângulo legal.


PONTE HERCÍLIO LUZ: já me falaram que "passar por Floripa e não tirar foto da ponte, é como ir ao Rio e não ver o Cristo Redentor". E se você não tem frescura pra "programa de turista", dá uma passada por lá, que o lado esquerdo da ponte tem ângulo bem bonito, com umas árvores e tal, e se você pegar um céu azul como na foto aí, vai perceber que vale mesmo a pena. Se estiver chegando pela Rodoviária, no Centro de Floripa, deixa a bagagem em um guarda-volumes, e passa na ponte, que fica bem perto.




BEIRA-MAR: perto da ponte, a Avenida Beira Mar Norte é pra quem tá procurando um programa mais light pro dia de domingo, algo mais família, aquela coisa de caminhada à toa, e depois passar pra matar a fome em alguma rede fast food ou na praça de alimentação do Beiramar Shopping, ou tomar um sorvete ou lanchar em uma barraquinha (não sei se rola food truck sempre). Mas também se quiser fazer algo diferente, procura o posto que aluga bicicleta, ou o passeio de barco que sai do trapiche, ou descola um skate, patins, que também é um lugar legar pra dar um rolê. Na água, não dá pra tomar banho (é poluída), mas o reflexo que forma na Baía Norte é show, e de quebra ainda tem a vista para a Serra do Tabuleiro, região de morros que fica do outro lado das águas.



JURERÊ: é o lugar mais bombado no verão, com as baladas mais VIPs de Floripa. E por essa fama, é o primeiro lugar que muita gente já chega procurando, mas não crie tanta expectativa, pois é longe e é muito mais bacana pela vibe de relaxar do que pelo visual, e isso na baixa temporada, por que de dezembro a fevereiro é bem muvuca. Não é que a praia não seja bonita, é linda, mas tem outros lugares mais bonitos pra se ver. E como falei da distância, tem que ficar ligado que, caso você não se hospede no norte da ilha, pra chegar até lá vai uma grana, de táxi, ou tempo, com muitas esperas e voltas com o busão (os horários são ruins e não tem app pra ver). Então a dica é procurar algum hostel na Lagoa da Conceição ou no Centro que faça o passeio até lá, partir pelo tour do ônibus panorâmico (o Floripa by Bus) ou juntar uma galera pra alugar um carro e dar o rolê até lá.




SANTINHO: perto de Jurerê, Santinho é outra praia que precisa de algum transporte que não seja o coletivo pra chegar. Também bastante tranquilona, a área tem mais o movimento da galera que se hospeda no resort que cerca a praia, e a graça tá mais em ir até o costão no lado direito, o chamado canto sul, ou pra tirar fotos das rochas e ficar de bobeira ver o mar quebrar, ou pra fazer a trilha, que não é tão desgastante (pra quem não tá habituado ou não tem dispô pra trilhas). Conhecida como Trilha Morro das Aranhas, o passeio vai até a praia de Moçambique.



SANTO ANTÔNIO DE LISBOA: região histórica de Floripa, uma das mais charmosas da cidade, por preservar a arquitetura açoriana, dos tempos que a ilha viveu como colônia portuguesa. Lembra um pouco Ouro Preto ou Paraty, pelo calçamento de pedra, e pelas boas opções de lugares pra comer e beber com estilo. Pra indicar, vá na feirinha de artesanato aos sábados e domingos à tarde, ou pare pra beber uma ali nas mesinhas perto da praia e assistir o sol ir embora entre os barcos. Diferente de Santinho ou Jurerê, é mais fácil pra chegar de ônibus.




LAGOA DA CONCEIÇÃO: a Lagoa da Conceição é meu canto favorito de Floripa, pela variedade, tanto que eu fiz um post falando de um roteiro de um dia só nessa área (clique aqui e leia). Na lagoa mesmo, dá pra fazer um monte de coisa, seja passeio de barco, stand up paddle, kite surf, wake ou fly board, estes dois últimos dependendo de quanta grana que tiver disponível. Na Avenida das Rendeiras, tem restaurantes, bares, casas noturnas, que fecham cedo em baixa temporada, mas nada impede de comprar umas long necks e virar a noite pra ver o amanhecer sentado na marina depois da pontezinha, ou mesmo à beira da lagoa. No centro da Lagoa, mais opções de lanche ou boêmia, e quem se liga em artesanato, a pracinha do centro tem umas paradinhas legais.



MORRO DA LAGOA: chegando na Lagoa da Conceição, tem o mirante Ilhalguma, também chamado de "Mirante do Morro da Lagoa", que tem uma vista completa de toda a região que envolve a Lagoa, Praia Mole, Barra, Joaquina, e no fim de tarde, aquele pôr do sol. E ainda tem ali perto o Kanpai, um japonês estiloso, um pouco caro, mas com um buffet de sushi e temaki da hora, que de repente compensa o gasto, se você gosta muito de comida oriental.



DUNAS DA JOAQUINA: dependendo do dia, o visual é bem louco, como vocês podem ver aí nessa foto que eu tirei em um dia nublado, um ar meio de vídeo clipe de banda de metal no meio do deserto (risos)... Enfim, e dá pra desenrolar um sandboard, meio que um skate ou snowboard nas dunas, o que há de mais divertido pra se praticar no meio desse monte de areia. Dizem que o tombo inicial é inevitável, mas depois que você pega a manha, é bem irado.



PRAIA MOLE: a praia em si, tem umas festas iradas, barracas boas pra parar e tomar uma breja, e o mar com boas ondas pro surf. E no morro, minha melhor indicação de hospedagem que é o Backpackers Sunset, um hostel barato, mas bem estruturado e completo. Parece uma enorme casa de campo, com varadinha, um deque e rede pra se esticar, piscina... Programa passeios pros points da ilha, tem TV paga com Premiere FC, barzinho com boa cozinha e drinks (uma caipirinha free todo dia), excelente atendimento, e a melhor parte de todas que é a vista, que explica o nome do albergue, todo dia com um céu diferente: azul, rosa, laranja, com arco-íris, e até com tempo feio é bonito...



BARRA DA LAGOA: é um lugarzinho bem aconchegante, daquelas vilas de pescador que dá vontade de ficar pra morar. Pra tirar foto, recomendo o canal que liga o mar com a lagoa, ou o mirante que fica entre a Barra e Praia Mole. Pra visitar, tem o Projeto Tamar, e a praia, que todo mundo diz que é boa pra surfista que tá começando, e que tem bons restaurantes e bares, principalmente no quesito preço.


Hoje é a véspera da final da Uefa Champions League entre dois times de Madri, e como coincidiu que eu já viria pra Espanha nessa época, decidi passar pela cidade para torcer e visitar o meu time em La Liga: o Real Madrid.

Essa é a segunda vez que eu visito o estádio Santiago Bernabéu, só que dessa vez eu escolhi um horário ruim, pois é o último horário do Tour Bernabéu (19:30h), e os monitores dão uma apressada pra dar tempo de ver tudo.


Mas mesmo rápido, vale a pena. Os troféus, antigos uniformes, telões contando a trajetória do clube, documentos e objetos históricos, as Bolas de Ouro de Figo, Zidane, Ronaldo Fenômeno e Cristiano Ronaldo, está tudo em exposição, no Museu do Real Madrid, dentro do estádio.


A parte mais emocionante sem dúvida fica nas arquibancadas e no banco de reservas, onde dá pra ficar bem perto do gramado. Só é ruim pra tirar foto. Na primeira vez que vim, tinha o sistema de aquecimento da grama no meio do gramado, e desta vez, um telão, pra passar a final da Champions.







Pro final do Tour, tem a loja com itens difíceis de achar no Brasil, como flâmulas e cachecóis (eu comprei um da final nas bancas pela rua), e vale tirar um tempo pra apreciar a arquitetura o estádio, que parece uma nave.

O ticket de entrada do Tour Bernabéu custa 19,90 euros, e o museu abre de 10:30h às 19 horas, entre segunda e sábado, e de 10:30h às 18:30h, em domingos e feriados. Em dia de jogo tem o tour, mas até cinco horas antes da partida.

Vale registrar que é bem difícil achar ingresso pra jogos da liga ou da Champions, que são vendidos antecipadamente. Pra comprar, ou você gasta uma fortuna com cambista, ou compra ingresso de fase mata-mata.


Eu vou assistir a final da Champions em um pub perto da Praça de Cibeles, por que o confronto acontece em Lisboa, e eles não vão transmitir o jogo em local público. Motivo? Evitar conflitos de torcida, pois esse papo de país civilizado não tem torcida é mito...

Os torcedores do Real Madrid são maioria, e a maioria é turista, ou seja, japoneses, indianos e brasileiros (como eu), que não fazem ideia dos cantos do clube, por mais fánatico que seja por futebol... Admito que legal mesmo são os torcedores do Atlético de Madrid, que vão mandando os cantos da torcida onde quer que você cruze com eles.



Estação a caminho dos merengues #RealMadrid #HalaMadrid

Uma foto publicada por Luciano Portela (@lucianomochileiro) em

Por mais que você não goste de se planejar ou fazer roteiro, sempre tire um tempo da sua viagem pro momento que normalmente é o ápice do dia: ver o pôr do sol, sobretudo pelo Brasil. Você chega no fim de tarde exausto, depois de dar seus rolês por aí, e aí vem aquele #skyporn (quem tem Insta, sabe do que eu tô falando) pra te renovar e preparar você pra noite.


Longe de querer fazer ranking, até por que teria muito sunset pra escolher, vai aí uma lista aleatória de cinco cenários muito f*** pelos quatro cantos do Brasil, àqueles que quiserem uma dica de um pôr do sol pra curtir e relaxar, ou aos likóticos anônimos, desesperados por uma foto boa pra obter curtidas no Facebook.


PORTO ALEGRE: em um edifício de uma velha companhia termoelétrica gaúcha, a chamada Usina do Gasômetro guarda um dos melhores ângulos para contemplar a beleza do fim de tarde às margens do Guaíba. A larga extensão da linha do horizonte e o reflexo do céu no lago, com cara de rio, transformam o pôr do sol porto-alegrense em um espetáculo único, pelo amplo campo de visão que o fenômeno natural atinge. Depois desse post também me deram a dica da Fundação Iberê Camargo, outro lugar bacana pra flagrar o entardecer.




BELO HORIZONTE: situada dentro do Complexo Arquitetônico criado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, a lagoa da Pampulha possui um singelo festival de cores no momento em que sol desaparece atrás da linha que separa céu e água, modelada pelas curvas da Igreja São Francisco de Assis e as formas da roda gigante do Parque Guanabara. Postei uma foto que tirei perto do Mineirinho, mas quem quiser ver a foto com a roda gigante, clica aqui.

matchu pitchu

FERNANDO DE NORONHA: Noronha é sempre uma covardia né? Por isso não fiz ranking... Pois se o arquipélago já desperta a curiosidade por seu raro ecossistema com ares de paradise, o fim do dia faz chamar ainda mais a atenção diante do belo panorama oferecido pelas praias da região conhecida como Mar de Dentro, no lado oeste de Noronha. O clique mais recomendado é na Baía dos Porcos, apontada por muitos como a praia mais bela do arquipélago, que conta com a Ilha Dois Irmãos no quadro do entardecer.

Para Mochileiros


BRASÍLIA: nos arredores de mais uma obra projetada por Oscar Niemeyer, em conjunto com o urbanista Lúcio Costa, a capital federal traz vários lugares perfeitos para se deparar com a retirada da luz do dia. Tá de bobeira na capital e vem chegando o fim de tarde? Então vai dando um rolê entre os melhores cenários: o espelho d'água do Congresso Nacional e o lago Paranoá, sobretudo nos pontos com a ponte Juscelino Kubitschek de fundo.

Para Mochileiros

FLORIANÓPOLIS: não falta cenário em Floripa pra ver o sol ir embora, seja no mirante de Santinho até o reflexo que se mistura entre os barquinhos em Santo Antônio de Lisboa. Mas se for pra escolher um lugar é a região ali da Lagoa da Conceição, que sempre rola de um jeito diferente. Ou é a cor do céu que muda, ou é uma gaivota ou kitesurf que enfeita a paisagem, ou você avista de um ponto diferente que ainda não havia descoberto... nunca é igual! E você pode ver de diversos lugares. Pode ser nas dunas, ou na lagoa mesmo, ou em um dos mirantes (no Morro da Lagoa ou na Praia Mole), ou na Barra da Lagoa, ou se hospedando no hostel Backpackers Sunset, que tem uma vista privilegiada do pôr do sol para mochileiros (como vocês podem ver na foto), justificando o nome do albergue.